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Ligação entre dor nas costas e mortalidade





Uma análise prospectiva de dor nas costas e taxas de incapacidade pode ajudar a explicar a associação entre dor nas costas e mortalidade. Esse tipo de dor é muito comum, afetando milhões de pessoas em todo o mundo. É também uma das principais causas de incapacidade e dias de trabalho perdidos. Fatores de risco como postura, sedentarismo, ganho de peso, obesidade e idade podem contribuir para o desenvolvimento dessa condição.

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O Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame sugere que cerca de 80% dos adultos experimentam dores nas costas pelo menos uma vez na vida. Ela pode ser aguda ou crônica. A dor lombar aguda pode durar alguns dias a algumas semanas, e geralmente resolve sozinha. Aproximadamente 20% das pessoas com ela desenvolvem dor lombar crônica. A dor crônica dura 3 meses ou mais. Ela pode ser devido a condições subjacentes, como osteoporose e câncer. O estudo, publicado no Journal of General Internal Medicine, acompanhou 8.000 mulheres mais velhas por uma média de 14 anos.

Atividades como caminhar por curtas distâncias e preparar refeições explicaram quase 50% do impacto da dor lombar crônica na mortalidade. A velocidade de caminhada observada e o levantar repetitivo de uma cadeira explicaram cerca de um quarto dessa associação (27% e 24%, respectivamente). Mais de 50% dos participantes morreram durante o período de acompanhamento. Cerca de 65% das mulheres com dor lombar persistente e freqüente morreram durante este tempo, em comparação com 54% das pessoas sem dor nas costas. Os resultados do novo estudo mostram que pode haver uma forte ligação entre dor nas costas e mortalidade. Embora as razões por trás dessa associação permaneçam incertas, os pesquisadores acreditam que outros fatores ligados à dor nas costas podem contribuir para uma morte prematura.

Ela pode prejudicar diretamente as atividades diárias, mas os adultos mais velhos podem evitá-las inadequadamente devido ao medo de recorrência na lesão ou agravamento dos sintomas. Ser incapaz de realizar ou evitar atividades diárias pode levar a ganho de peso, desenvolvimento ou progressão de outras condições crônicas de saúde e, por fim, morte prematura. Mais pesquisas são necessárias para avaliar os efeitos em longo prazo da dor nas costas, mas esses achados abrem o caminho para futuros estudos que visam encontrar melhores tratamentos, diretrizes e estratégias para abordar essa condição.

Referência

https://link.springer.com/article/10.1007/s11606-018-4680-7


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