Dor lombar também pode indicar problemas graves









Você fez uma faxina completa na casa. Pegou peso. Passou muito tempo agachado, esfregando, varrendo, limpando. No final do dia, apareceu aquela dor chata na parte de baixo da coluna, um pouco acima do bumbum. A situação descreve um caso típico de dor lombar aguda, ou seja, uma dor intensa que pode ter várias causas e tende a desaparecer com o tempo. Mas, se três meses depois da faxina essa dor ainda não foi embora, isso pode significar que a pessoa passou a sofre de um problema crônico, que precisa de uma atenção maior. E quem pensa que esses casos são raros, engana-se.

A lombalgia pode ser sintoma de um problema mais grave, por isso, o médico precisa estar atento a fatores de risco. A idade é um fator preocupante. Se a pessoa tem mais de 65 anos, aquela dor na região lombar pode indicar a presença de outras condições, como osteoporose e doenças neoplásicas (tumorais). Nas crianças, os dois diagnósticos possíveis são infecção na coluna e tumores.

A dor pode indicar também o estreitamento do canal vertebral, chamado de estenose lombar, que pode ser causa da dor. A pessoa pode perder o controle da bexiga, ou sentir dormência na região anal, na virilha.

Além disso, traumas também podem ser a causa da dor lombar, além de tumores e inflamações. Se a pessoa que sente a dor tem entre 20 e 40 anos, ela pode ter origem inflamatória. A espondilite anquilosante, por exemplo, causa uma dor que começa devagar, vai aumentado e não vai embora. A espondilite é uma doença autoimune e pode levar a incapacidade se não for tratada precocemente.

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