5 posturas para curar a Dor nas Costas



Grande parte da população sofreu, sofre ou ainda vai sofrer de dor nas costas e, segundo estatísticas, este mal vem atingindo um número cada vez maior de jovens. Seja devido à má postura, às longas horas em uma mesma posição no trabalho, um esforço inoportuno ou um pico de estresse; seja intensa ou não, maligna ou benígna, uma dorzinha nas costas é o suficiente para incomodar muita gente. Aprenda agora a se livrar de todo esse mal-estar.

A saúde da coluna está diretamente ligada ao conhecimento do corpo. Saber como funciona a mecânica da coluna vertebral é o primeiro passo para saber como você está fazendo mal a ela e como evitar. Estar sempre alerta ao peso, a boa distribuição dele sobre seu corpo, praticar exercícios físicos e lutar contra o estresse do dia-a-dia vão ajudar a baixar a tensão e, consequentemente, diminuir a dor.

Descubra agora quais são as 5 posturas para curar a dor nas costas!

Quando estiver em pé, procure manter-se com a coluna ereta, o pescoço alongado e bem vertical, ombros em linha reta, porém descontraídos. A barriga e o bumbum para dentro também contribuem para o sustento da coluna. Tente manter a bacia levemente inclinada para trás, joelhos flexíveis. Distribua seu peso em seus pés.

Sentado em uma cadeira normal, sente-se mais no fundo, pois assim o peso vai se distribuir naturalmente entre as nádegas e as coxas. Se for o caso, utilize uma almofada para apoiar as costas. O ideal é manter os ombros baixos, levemente voltados para trás e descontraídos. Se necessário, apoiar as costas direito com um pequeno travesseiro. Não incline a cabeça para frente. Para manter as costas retas, contraia seu estômago.

A melhor opção para quem tem lombar e pélvis frágeis é o uso de um banco inclinado em 5° para baixo para compensar o peso do corpo dos quadris para as coxas e dos joelhos para o chão. No trabalho, dê preferência para uma mesa um pouco inclinada e procure mudar de posição com frequência. Colocar o telefone entre orelha e ombro, pois isto cansa os músculos do pescoço. Voltar para casa a pé é uma boa solução para quem passou o dia inteiro sentado no escritório.
Descontraia a sua coluna e incline o tronco para baixo, inspirando pelo nariz, deixando-se levar completamente, como se fosse encostar as mãos nos pés. Volte a ficar em pé, incline o tronco para frente, relaxando seus músculo completamente por 10 segundos, respirando lentamente pela boca. Repita o exercício 3 vezes.

Estique seus braços para cima – como se estivesse se esticando na cama quando acorda – e fique na ponta dos pés durante 10 segundos expirando lentamente pela boca. Solte os braços completamente inspirando pelo nariz durante 8 segundos. Solte todo o corpo. Volte a distribuir o peso do corpo sobre toda a planta dos pés. A outra opção é pendurar-se em uma barra fixa ligada aos pilares de uma porta, por exemplo. Isso ajuda a relaxar os discos invertebrais e melhorar a postura.

 

 

A prática regular e suave de exercícios físicos contribui para o bem-estar da coluna,

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10 dicas diretas e uma SUPER DICA para se livrar das dores na coluna

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Se você chegou a esse post, é porque quer saber como diminuir  suas dores na coluna, seja ela em que região for.

Portanto, vou te dar 10 dicas diretas que você deve saber. No final do texto, vou ter dar uma SUPER DICA!

Vamos as dicas:

1. Pratique atividades físicas: mudar o estilo de vida e incluir exercícios ajudam a prevenir dores.

2. Alongue-se: é fundamental evitar ficar muito tempo sentado. Se você trabalha nessa posição, de tempo em tempo levante e faça um alongamento.

3. Cuidado ao carregar objetos pesados: muitas vezes isso pode fazer você flexionar a coluna, prejudicando-a.

4. Evite o sobrepeso: estar alguns quilos a mais, e com gordura concentrada na região abdominal pode aumentar a pressão sobre a região lombar.

5. Cuidado ao escolher o colchão: o ideal é escolher um de acordo com o seu peso, para você dormir e acordar bem.

6. Não apoie o celular no ombro ao falar: curvar a cabeça e apoiar o celular pode dar mau jeito e causar um torcicolo.

7. Evite permanecer muito tempo em pé: ficar na mesma posição muito tempo pode causar um enrijecimento na coluna vertebral, causando tensão muscular e dores.

8. Não faça caminhada com sandálias rasteirinhas ou sapatilhas: sapatos retos não fornecem suporte à coluna. Dê preferência aos calçados com até 2 cm.

9. Cuidado na hora de viajar: procure dividir o peso em duas bagagens, para não causar complicações na coluna.

10. Cuidado ao deitar: procure deitar de barriga para cima, e apoiar os pés. Quando for deitar de lado, coloque um travesseiro entre as pernas, e outro na cabeça, deixando a coluna alinhada.


Lembra da super dica que eu disse no inicio deste texto? Então vai aqui, a 11ª:

Fortaleça os músculos estabilizadores da coluna vertebral: Assim como, o alongamento trás seus benefícios, fortalecer os músculos que fazem a "parede" protetora à coluna vão dar mais estabilidade aos movimentos e também uma menor pressão intra-articular, evitando assim, o sofrimento das estruturas que servem de amortecimento entre uma vértebra e outra. Tenha sempre os músculos para-vertebrais e de Abdômen muito fortes.

E para te ajudar neste processo de fortalecimento indico o programa M7!

O Programa M7 Foi desenvolvido para resolver de vez todas as questões que envolvem as dores nas costas e a má postura. Através de vídeo-aulas, check-lists, auto-avaliações e-book ilustrado, escaneie todo o seu corpo e descubra quais são seus vícios posturais, que te deformam ou te geram dor e aprenda como eliminá-los.

Ao adquirir o Acesso ao Programa M7, você receberá:

- Vídeos com o Treinamento ensinando o passo-a-passo para conquistar uma Coluna Saudável;

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Melhore a dor na Coluna em 8 semanas


É difícil alguém passar uma vida inteira sem ter dor na coluna. Seja dor na coluna cervical, dor na coluna torácica, dor na coluna lombar, dor na coluna sacral. As dores na coluna acometem muita gente.

A pergunta que muitos fazem é: o que fazer quando elas aparecem?


Há várias formas de tratar as dores na coluna e a mais eficiente para se ter uma qualidade de vida sensacional é a reeducação postural através de exercícios.

Estou lhe apresentando um programa que vai mexer na estrutura muscular da coluna, dando a sustentação necessária para que não tenha mais dores. Mais sobre esse programa:

- Os exercícios não tem contra indicações, extremamente testados e muito seguros;

- São somente de dez a quinze minutos por dia de comprometimento e disciplina;

- Foram mais de dez anos se dedicando muito à reabilitação de coluna e entendendo a essência das patologias;

- É um material fácil, 100% virtual, com aulas extremamente explicativas, com exercícios progressivos, que você poderá praticar em qualquer lugar;

Esses exercícios servirão de base para você realizar seu esporte favorito, preparando sua coluna e evitando lesões. Defendemos que para uma vida plena é preciso despertar o seu corpo. Nosso objetivo é manter as pessoas ativas!

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Como melhorar as dores na coluna da Osteopenia

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Os hábitos de vida são muito importantes para a prevenção da osteopenia. A atenção com a dieta é muito importante. O cálcio é um elemento essencial para os ossos sendo que sua falta deve ser compensada, de acordo com prescrição médica e /ou de nutricionista. O leite e seus derivados são as melhores fontes de obtenção de cálcio, também podendo ser encontrado em alguns vegetais verdes e produtos industriais enriquecidos com cálcio.

Uma das principais regiões acometidas pela osteoporose e, claro, pela osteopenia é a coluna vertebral e isso pode causar dor.

Alguns estudos demonstram que as perdas da flexibilidade com o envelhecimento são associadas ao desuso dos músculos e com limitações que o corpo apresenta com a idade assim ocasionando diminuição das nossas habilidades e do estado de saúde dos indivíduos mais velhos. Ao contrário, a atividade muscular diária e crescente pode retardar esta perda da flexibilidade em idosos.

As atividades com peso e os alongamentos musculares estão ligados a melhora significativa da saúde, como a força muscular, resistência, qualidade do osso, postura, prevenção de quedas e melhora na qualidade de vida. Estes exercícios com peso são importantes para os idosos porque tem um papel importante na prevenção relacionada a perda de massa muscular e osso e tem efeitos benéficos sobre as limitações do corpo.

Todos os idosos devem realizar atividade física, ate mesmo os idosos que possuem condições médicas, pois a atividade física também pode atuar como uma forma que trata de certas condições, mas é claro, sempre respeitando tal condição de saúde e com a recomendação adequada para cada tipo de condição e pessoa.

Tendo em conta que a atividade física deve ser uma das maiores prioridades para a prevenção, o indicado é você realizar exercícios com pesos e alongamentos de 2 a 3 vezes por semana, mas você também pode realizá-los todos os dias da semana, e incluir caminhadas diárias por um tempo de no mínimo 30 minutos. Exercícios com risco de quedas e de ferimentos devem ser evitados. A Fisioterapia na Geriatria pode ajudar o idos nesse processo.  Entre tantos outros recursos que a fisioterapia oferece, como Pilates e RPG, tudo isso ajudará na qualidade de vida deste paciente

Procure a ajuda de um fisioterapeuta para melhorar as dores da coluna causada pela osteopenia!


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Má postura consequência de dor nas costas

 
   
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Má postura, dor na costa, estão vinculadas à lesões da coluna vertebral. Dependendo da região, localização ou gravidade da compressão do nervo é que será definido o tipo de irradiação, que pode atingir uma área contínua ou parcial.

Além da dor irradiada, existem casos onde a dor ocorre apenas no local da lesão.

Algumas situações do dia-a-dia no trabalho ou em casa contribuem para o aparecimento das lesões na coluna vertebral ou nos discos inter-vertebrais: escorregar enquanto caminha; um objeto vai cair ao chão e abruptamente tenta-se pegá-lo; levantar uma carga em local inacessível; suportar peso com o corpo; pegar ou manusear, cargas mais pesadas dobrando o tronco para frente, ou dobrar o tronco lateralmente ou torcer o tronco para um lado; pegar ou manusear objetos pesados longe do corpo; pegar ou manusear cargas muito altas ou muito baixas, esticando os braços.

As doenças de um modo geral não acontecem da noite para o dia, elas são cumulativas e progressivas. Certamente, todos os dias as pessoas realizam alguma atividade que pode prejudicar a coluna.

A seguir algumas situações que contribuem para o aparecimento das lesões dos anéis fibrosos e consequentemente  dos discos inter-vertebrais e o surgimento de dor na costa em consequência da má postura.

Má postura: sentar com os joelhos muito próximos do tórax

Má postura: sentar com a coluna torta

Má postura: sentar apoiando na mesa

Má postura: Levantar peso sem dobrar joelhos

 

Assim, todas as vezes que se aumenta ou elimina as curvaturas fisiológicas da coluna estão dadas as condições para o aparecimento da dor nas costas. A dor pode ou não ser associada a uma lesão no disco, pois quando não ocorre uma lesão no disco pode estar havendo apenas uma contratura muscular.

Por isso, ATENÇÃO com: carga longe do corpo; carga muito baixa, carga elevada; movimentação frequente de carga; carga com pega ruim (mala sem alça). 
Para Finalizar:

    Não há problema em manipularmos cargas (desde que sejam observados os cuidados com a coluna);
    Não há problema em manipularmos cargas (desde que sejam observados os cuidados com a coluna);
    Peças que possam ser pegas com apenas uma das mãos no interior de caixas ou caçambas, deve-se apoiar um dos braços na borda da caçamba e levantar com o outro.

Tratamento para dor na costa consequente de má postura

Um repouso limitado combinado com atividade física e educação apropriados constitui-se, em geral, na forma primaria de terapia para este problema. Além disso, poderão ser incluídos medicamentos anti inflamatórios, analgésicos, relaxantes musculares ou antidepressivos.

A dor nas costas aguda, em geral desaparece por si própria, após dias ou semanas. Uma bolsa de gelo ou de água quente aplicada sobre as costas também pode ajudar a aliviar a dor. Permanecer na cama durante um período prolongado não traz benefícios, pois debilita a musculatura.
Prevenção de dor da costa e má postura

Para evitar episódios recorrentes de dor na costa, recomenda-se que se faça atividade física regular, exercícios de alongamento antes de começar qualquer esporte, abandonar o cigarro, perder peso, manter uma postura correta, utilizar assentos cômodos, dormir de lado com os joelhos flexionados ou com as costas sobre um travesseiro e os joelhos dobrados, evitar permanecer numa mesma postura por tempo prolongado e reduzir o estresse emocional que provoca tensão muscular. 

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Mito ou verdade? 8 dúvidas sobre a dor nas costas

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A dor nas costas é uma queixa comum entre as pessoas, por conta disso existem várias crenças e soluções caseiras para tratar ou evitar os incômodos. O que ocorre é que, na maioria das vezes, as soluções não passam de mitos.  

O estresse pode causar dor nas costas? Verdade.

Os hormônios do estresse também causam tensões musculares. Os músculos podem ser tão tensionados ao ponto de gerar dolorosos espasmos. Os das costas e do pescoço, por exemplo, são particularmente mais sensíveis aos efeitos do estresse. É literalmente aquele ditado popular: tentar carregar o mundo nas costas. 

Dores na coluna sempre indicam uma doença grave? Mito.

As queixas relacionadas às dores na coluna estão associadas a distúrbios musculares e posturais em 80% dos casos. Apesar do incômodo que proporcionam, não apresentam maior gravidade e podem ser resolvidas. Entretanto, é importante realizar uma avaliação médica com o ortopedista para descartar qualquer possibilidade de doenças mais graves, principalmente se a dor for persistente. 

Dormir em colchões duros ou moles demais pode prejudicar a coluna? Verdade.

Colchões duros, fofos ou moles podem prejudicar a coluna e a postura. O ideal é um colchão que se adeque à altura e ao peso da pessoa. 

O repouso prolongado pode aumentar as dores na coluna? Verdade.

O repouso é considerado uma etapa do tratamento, mas não a única. Se prolongado, ele pode inclusive enfraquecer a musculatura. Reeducação postural, alongamentos, atividade física e acompanhamento de um profissional são as melhores saídas para evitar os problemas posturais. 

O sobrepeso é um dos principais causadores de dor na coluna? Mito.

O excesso de peso contribui, sobrecarregando as estruturas da coluna vertebral, aumentando a má postura e o risco de dor no local. Mais do que a obesidade, o sedentarismo é o principal fator causador das dores e problemas na coluna, justamente porque a falta de exercícios causa um enfraquecimento precoce das estruturas e musculatura. 

Cruzar as pernas pode prejudicar a coluna? Verdade.

Principalmente para as mulheres, que costumam sentar-se com as pernas cruzadas, é preciso ficar atento para não abusar desse hábito e prejudicar a saúde. O movimento de cruzar as pernas desalinha a coluna vertebral por causa do movimento na região pélvica. 

Excesso de exercício físico também pode lesionar e provocar dores na coluna? Mito.

Na realidade, o erro não está no excesso de exercício, mas sim na forma como ele está sendo executado e a carga de peso que está sendo aplicada. Ao realizar qualquer atividade física, principalmente com peso, a pessoa precisa ter um auxilio de um profissional, para evitar justamente que ele se sobrecarregue e faça o exercício de maneira errada. Quando bem realizado, o exercício físico é a melhor maneira de tratar a dor crônica, além de auxiliar na prevenção de dores nas costas e fortalecer a musculatura. 

Estalar o pescoço com o movimento da cabeça faz mal à coluna? Verdade.

Mesmo trazendo alívio momentâneo, o movimento não é natural do corpo. Estalar a região prejudica as articulações, pode desenvolver a artrose mais precoce.

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Resolva suas Dores nas Costas e a Má Postura

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O Programa M7 Foi desenvolvido para resolver de vez todas as questões que envolvem as dores nas costas e a má postura. Através de vídeo-aulas, check-lists, auto-avaliações e-book ilustrado, escaneie todo o seu corpo e descubra quais são seus vícios posturais, que te deformam ou te geram dor e aprenda como eliminá-los.



Aprenda como corrigir as posições do dia a dia, como sentar, deitar, carregar peso, uso de calçados e muito mais...tudo em vídeos! Aprenda também uma sequência PODEROSA de exercícios que duram no máximo 7 minutos e que te protegerão de dores e má postura.

Através do Programa M7, você vai compreender que o mal de todos nós é a falta de conhecimento em relação ao próprio corpo e que não sabemos como utilizá-lo de modo que não o prejudique.

Comprando o Programa M7, leve mais 5 bônus de cortesia: Uma vídeo-aula de Pilates, uma aula sobre auto-estima, um curso de emagrecimento, um curso de gestão de tempo, uma aula sobre dor.



http://www.zoomdigital.com.br/img/2014/05/artigo-patrocinado.jpg

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Síndrome de Dor Miofascial na Coluna Vertebral

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Uma das principais queixas que muitos profissionais recebem de quem tem dor na coluna são os chamados pontos dolorosos. A Síndrome de Dor Miofascial (SDM), também chamada de dor miofascial crônica, condição dolorosa que afeta os músculos esqueléticos, suas fáscias associadas, tendões e ligamentos.

Curso online de Tratamento Miofascial

A dor pode acometer um músculo ou um grupo de músculos e piora com atividade ou esforço. Além de sofrer com as dores locais ou irradiadas da síndrome, os acometidos também podem sofrer de depressão, fadiga e distúrbios comportamentais.

Essa sindrome ocorre pelo estresse excessivo sobre os músculos (movimentos repetitivos, condicionamento físico inadequado, postura inadequada, trauma, distensão muscular, estresse emocional e mesmo por roupas apertadas). Pode também estar associada a doenças como diabetes, doenças da tireóide, depressão, anemia, doença reumatológicas e neurológicas, etc.

Esta síndrome de dor caracteriza-se principalmente pela presença de pontos-gatilho nos músculos esqueléticos, suas fáscias e estruturas associadas, assim como na zona de dor referida correspondente. É muito comum essa dor se localizar nas diferentes regiões da coluna.

O tratamento da sindrome de dor miofascial consiste na identificação de fator causal e sua correção, no uso ou não de medicamentos (agulhamento, acupuntura), e na reabilitação . Por outro lado, é muito importante a identificação de vícios de postura e de movimentos durante o dia-a-dia, os quais são frequentemente a causa dessa síndrome.  O tratamento é baseado principalmente na desativação desses pontos-gatilho. Esses pontos-gatilho podem ser ativados por excesso de uso, fadiga, trauma direto, e frio. Uma vez ativada, compromete suas fáscias e estruturas associadas, assim como na zona de dor referida correspondente.

Uma vez identificado esses pontos gatilho na coluna é necessário tratamentopara a dor não piorar.

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3 dores mais comuns nas costas durante a gravidez


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A dor nas costas durante a gestação ou após o parto é uma queixa bastante comum. Estima-se que entre 50-80% das mulheres grávidas apresentarão algum tipo de dor lombar.
Do quinto ao sétimo mês de gestação é o período mais acometido, porém pode iniciar-se já a partir da oitava semana.
Mulheres que já apresentavam história pregressa de dor nas costas antes  de engravidar  tem uma chance aumentada de sofrer com a coluna.

O aumento do peso é concentrado inicialmente na barriga e os músculos abdominais vão perdendo o seu tônus pela distensão do útero que cresce. Isto acarreta um aumento da lordose lombar e uma sobrecarga na porção inferior da coluna

Existem três tipos mais comuns de dor nas costas durante a gravidez:

1. DOR LOMBAR
Localizada na região inferior da coluna, pode ou não, sentir a dor irradiando para a perna, com contratura da musculatura ao longo da coluna.
Piora com fato de permanecer muito tempo sentada ou em pé.  

2. DOR PÉLVICA POSTERIOR (SACRO-ILÍACA)
Quatro vezes mais freqüente do que a dor lombar, a dor que acomete a articulação entre o sacro (final da coluna que se alarga) e a bacia, chamada de articulação sacro-ilíaca.
A dor estende-se para os glúteos e região posterior da coxa, não ultrapassando o joelho. Pode ser bilateral e estar associada com dor na sínfise púbica.  
A dor não desaparece rapidamente com o repouso e geralmente persiste por um certo tempo após o nascimento da criança.
20% das mulheres apresentam tanto a dor lombar como a dor da sacro-ilíaca.

3. DOR NOTURNA
Algumas mulheres grávidas apresentam dor exclusivamente durante à noite quando deitadas.
Esta dor estaria relacionada com o acúmulo de fadiga muscular no final do dia.
Outra hipótese é que, durante a noite, com a desativação de vários órgãos, como por exemplo, o estômago, existe uma maior quantidade de sangue circulando para áreas "inflamadas" da coluna.
 
FATORES DE RISCO PARA A DOR NA COLUNA NA GESTAÇÃO

•    Mulheres que já apresentavam dor nas costas antes de engravidar
•    Mulheres que já tiveram vários filhos
•    Virar-se na cama
•    Subir escadas
•    Ficar muito tempo sentada, principalmente com o corpo inclinado para a frente (no computador)
•    Levantar –se de uma cadeira baixa
•    Sair do automóvel
•    Carregar peso
•    Girar ou fletir o tronco
•    Relação sexual
•    Usar sapato de salto alto ( aumenta a lordose)
•    Dirigir
•    Aumento de peso > 10 kgs durante a gestação


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Classificação e Sintomas de Dores Lombares


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A parte da Coluna Vertebral chamada Coluna Lombar tem características peculiares e a dor nessa região acomete uma boa parte da população, em algum momento da vida. Porém, a maioria de dores lombares não tem uma patologia séria.

Acesse o blog Faça Fisioterapia

Existem três classificações para lombalgias. Em primeiro lugar temos a Lombalgia não-específica que é o tipo mais frequente de dor lombar e 95% dos pacientes enquadram-se neste grupo sendo consequência de um espasmo muscular, dor mecânica ou relacionada com má postura, distensão muscular, causas degenerativa (discartrose, espondiloartrose), síndrome do piramidal e/ou disfunção somática.

Trate a sua dor lombar na Fisioquality

Sintomas de problemas na lombar:

* Dor irradiada para as pernas (parte anterior e posterior da coxa).
* Dificuldade em permanecer muito tempo sentado ou em pé.
* Dor em queimação na coluna.
* Dor em pontadas ou agulhadas.
Causa das dores lombares:
* Excesso de peso.
* Sedentarismo.
* Fumantes (pessoas que fumam, a circulação sanguínea na coluna é reduzida até 40%, devido ao excesso de nicotina no sangue).
* Posturas inadequadas principalmente ao ficar sentado.

A fisioterapia atuará através de  exercícios de fortalecimento da musculatura postural que irão devolver a estabilidade necessária para o bom alinhamento e funcionamento da coluna, além de técnicas para aliviar a dor, o edema e devolver a mobilidade e qualidade de vida ao paciente.

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Identifique as dores na coluna através dos sintomas

 

Conviver com dores nas costas sem tratamento pode prejudicar diferentes órgãos e funções motoras. Em geral, as dores na coluna tem relação com alterações nos discos intervertebrais, músculos, ligamentos e nervos, que podem ter início em diversas regiões do corpo. Incômodos nas pernas, nos braços e até aquela dor de cabeça persistente podem estar ligadas a problemas de coluna.

Saber identificar o tipo de dor nas costas pode ajudar muito no diagnóstico e tratamento do problema. As dores nas costas tendem a seguir um padrão de acordo com o tipo. Dores musculares costumam dar sensação de peso, tensão e cansaço, que piora no final do dia. Já uma dor de origem neural provoca queimação, choque, fisgada e formigamento na região. A dor óssea pode ocorrer por uma ampla variedade de doenças, como a osteoporose, e pode prejudicar muito a qualidade de vida do paciente. Neste caso, ela provoca sensação de aperto, peso e fisgada, piorando com o esforço físico. . A seguir, veja como identificar a dor na coluna através de sintomas que, nem sempre, começam na região das costas:

Dor de cabeça

Uuma dor de cabeça pode ter sua causa na coluna se ela for persistente ou aumentar com estresse emocional, esforço físico e ansiedade. Chamada de cefaleia cervicogênica, ela pode ser erroneamente diagnosticada como enxaqueca.

Pernas

O problema pode estar na coluna se os seus sapatos sempre ficam mais gastos em uma região e uma sola fica diferente da outra. Para ter certeza se a alteração da pisada está interferindo na postura, realizamos a barapodometria, um exame computadorizado capaz de diagnosticar a origem do problema. Solas gastas de formas diferentes podem indicar escoliose e até disfunções nos ossos da bacia.

Pescoço

A cervicalgia é uma dor que atinge a base do pescoço e pode ter relação com algum problema de coluna. Regular a altura da tela do computador e praticar atividades físicas estão entre as orientações para evitar este tipo de dor.

Ombros e braços

Dores de coluna podem irradiar para os braços, provocar alterações na cintura (um lado mais cavado quando comparado ao outro) e ombros em alturas diferentes. Carregar a bolsa pesada sempre no mesmo ombro pode piorar o quadro. O ideal é usar mochila, mas se você não abre mão da bolsa, escolha um modelo produzido em material leve, reveze os ombros, não carregue no antebraço e não exagere no conteúdo, que deve corresponder a, no máximo, 10% do seu peso corporal.

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Alongamento e ioga têm benefícios similares no alívio à dor lombar

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Pessoas que sofrem de dores crônicas na lombar sentiram os mesmos benefícios após a prática da ioga sob orientação de professores treinados em comparação com as que tiveram aulas de alongamento, destacou um estudo divulgado nos Estados Unidos.

As descobertas foram publicadas na edição desta segunda-feira dos Archives on Internal Medicine, periódico da Associação Médica Americana.

"Nós descobrimos que as aulas de ioga são mais eficazes do que um livro de autoajuda, mas não são mais eficazes do que aulas de alongamento", disse a chefe dos estudos, Karen Sherman, pesquisadora sênior do Group Health Research Institute em Seattle.

"Nós esperávamos que a dor dosse mais abrandada com o ioga do que com o alongamento, sendo assim nossas descobertas nos surpreenderam", afirmou.

O mesmo grupo de cientistas fez um teste menor em 2005 baseado em uma amostra aleatória de 101 adultos. O estudo sugeriu que o ioga era o melhor remédio para dores lombares porque as pessoas que praticaram esta atividade física usaram menos analgésicos e tiveram melhor desempenho físico.

Este estudo, mais aprofundado, foi feito com uma amostra de 228 pessoas em seis cidades do estado de Washington (oeste), e enquanto ficou demonstrada uma liderança sutil das aulas de ioga, a diferença não foi suficiente para ser estatisticamente relevante.

Os indivíduos assistiram a 12 aulas semanais com duração de uma hora e 15 minutos cada.

O ioga praticado foi do tipo conhecido como Viniyoga, no qual as posturas são adaptadas para a condição individual dos alunos. As aulas foram ministradas por instrutores com mais de 500 horas de treinamento.

As aulas de alongamento foram dadas por fisioterapeutas licenciados, e alguns exercícios de força foram incluídos.

O terceiro grupo recebeu um livro de auto-ajuda com dicas para aliviar a dor nas costas.

"A disfunção relacionada às costas diminuiu com o passar do tempo em todos os grupos", destacou o estudo, ressaltando que quando comparados com o livro, o grupo que praticou ioga relatou um desempenho melhor entre 12 e 26 semanas.

O grupo que praticou alongamento relatou performance superior em 6, 12 e 26 semanas. Em nenhum ponto do acompanhamento da pesquisa foi encontrada uma diferença significativa entre o grupo que praticou ioga e o grupo que fez alongamento.

"Nossos resultados sugerem que tanto o ioga quanto o alongamento podem ser opções boas e seguras para as pessoas que querem praticar atividade física para aliviar a dor moderada na lombar", disse Sherman.

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Dor lombar também pode indicar problemas graves



Você fez uma faxina completa na casa. Pegou peso. Passou muito tempo agachado, esfregando, varrendo, limpando. No final do dia, apareceu aquela dor chata na parte de baixo da coluna, um pouco acima do bumbum. A situação descreve um caso típico de dor lombar aguda, ou seja, uma dor intensa que pode ter várias causas e tende a desaparecer com o tempo. Mas, se três meses depois da faxina essa dor ainda não foi embora, isso pode significar que a pessoa passou a sofre de um problema crônico, que precisa de uma atenção maior. E quem pensa que esses casos são raros, engana-se.

A lombalgia pode ser sintoma de um problema mais grave, por isso, o médico precisa estar atento a fatores de risco. A idade é um fator preocupante. Se a pessoa tem mais de 65 anos, aquela dor na região lombar pode indicar a presença de outras condições, como osteoporose e doenças neoplásicas (tumorais). Nas crianças, os dois diagnósticos possíveis são infecção na coluna e tumores.

A dor pode indicar também o estreitamento do canal vertebral, chamado de estenose lombar, que pode ser causa da dor. A pessoa pode perder o controle da bexiga, ou sentir dormência na região anal, na virilha.

Além disso, traumas também podem ser a causa da dor lombar, além de tumores e inflamações. Se a pessoa que sente a dor tem entre 20 e 40 anos, ela pode ter origem inflamatória. A espondilite anquilosante, por exemplo, causa uma dor que começa devagar, vai aumentado e não vai embora. A espondilite é uma doença autoimune e pode levar a incapacidade se não for tratada precocemente.

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Postura errada no trabalho pode causar dores na coluna







De acordo com uma matéria publicada no portal de notícias Zero Acidentes, permanecer em posições inadequadas por muito tempo pode ocasionar dores na região lombar ou cervical. Em casos mais graves, a repetição de movimentos e a sobrecarga da coluna podem gerar até mesmo escolioses (encurvamento da coluna) e hérnias de disco. Isso acontece devido ao aumento da tensão muscular, provocada pela falta de cuidado com a postura e também por uma série de fatores de risco.

As dores nas costas podem ser potencializadas por diversos elementos, como o estresse, sobrepeso, tabagismo, ingestão de bebidas alcoólicas, permanecer sentado na mesma posição durante toda a jornada de trabalho ou ficar exposto à vibrações. De acordo com a matéria, a longo prazo esse fatores também tendem a influenciar outras áreas do corpo, como a nuca, ombros e punhos, dificultando a circulação sanguínea e contribuindo até mesmo para o surgimento de doenças como as LER/Dort, as Lesões por Esforço Repetitivos/Distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho.

Complementando essa matéria, dois estudos apontaram que a lombalgia é uma das maiores causas de invalidez ocupacional no mundo e atingem 9,4% da população mundial. O estudo reuniu dados de 187 países e, apesar de a América Latina não estar entre as regiões com maior incidência desse tipo de problema, no Brasil elas estão associadas às dores nas costas, uma das doenças que mais afastou os trabalhadores do país em 2013. Por isso, é preciso conscientizar os colaboradores a respeito da importância de cuidar da postura tanto na sua vida pessoal quanto profissional.

Por isso, investir na consciência do colaborador é um caminho eficiente para diminuir esse problema, segundo um estudo publicado na Revista Brasileira de Ciências do Esporte. A pesquisa indica que a implantação da Ginástica Laboral unida ao mobiliário adequado incentiva a correção postural tanto na vida pessoal quanto profissional dos funcionários, potencializando os resultados. Assim, a relação entre o custo e o benefício dessa prática torna-se muito boa para ambos os lados, contribuindo para a diminuição do número de afastamentos por dores nas costas. Outro caminho é investir em parcerias com academias, estúdios de pilates ou incentivando o treino coletivo, com o objetivo de prevenir a incidência dessas doenças. Unidas, essas ações podem diminuir a dor e fortalecer as articulações e a musculatura da coluna, medidas essenciais no tratamento para todas essas doenças.

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Preciso operar a coluna cervical. Vou perder movimentos?

Cirurgias para hérnias de disco da coluna cervical são necessárias apenas quando o tratamento conservador não funciona ou há complicações como perda de força no braço. Nestas situações, a cirurgia consiste na retirada do disco com problema e em alguma técnica que mantenha o espaço entre uma vertebra e outra.

Dor lombar: é sempre bom investigar a causa 

A primeira e mais tradicional técnica destinada a isto é a artrodese, que nada mais é do que o implante de uma espécie de espaçador entre uma vertebra e outra, no lugar do disco removido, que é mantido no local com uma placa e parafusos.

A consequência é a perda de movimento de rotação, flexão e extensão no segmento abordado. Dependendo da idade do paciente e de suas atividades, esta perda pode ser percebida e até mesmo atrapalhar seu desempenho profissional.

Uma técnica mais moderna, mais recente, é a utilização de um disco artificial para substituir o disco acometido. A esta técnica damos o nome de artroplastia.

Nesse procedimento é implantado, entre uma vértebra e outra, um disco artificial que preserva os movimentos habituais da coluna vertebral, não causando perda de movimentos no segmento operado, mantendo a coluna mais próxima de sua situação fisiológica.

Existem inúmeros estudos na literatura internacional versando sobre a artroplastia cervical. A imensa maioria dos estudos compara os pacientes submetidos a artroplastia cervical (prótese de disco total) aos submetidos a técnica convencional, isto é, microdiscectomia e artrodese com ou sem placa.

Além dos estudos clínicos sobre o assunto, há excelentes estudos que analisam biomecanicamente as duas opções.

Um estudo interessante foi o desenvolvido pelo Laboratório de Biomecânica Aplicada da Universidade de Washington, em que os pesquisadores avaliam o comportamento dinâmico, e não estático, de três modelos: um com o disco intacto, o outro submetido a fusão e o terceiro ao implante de uma prótese discal.

O estudo chegou à conclusão de que o modelo submetido à fusão apresenta a maior rigidez e a menor histérese de todos (uma menor capacidade de absorção de energia), sendo o espécime submetido a artroplastia o que mais se aproximou da coluna intacta. Na realidade, o espécime submetido à fusão apresentou rigidez treze vezes superior ao espécime submetido à artroplastia.

Em outro estudo publicado na renomada revista Spine, ainda em 2003, Davis e equipe já chamavam atenção para uma redução na amplitude de movimento nos pacientes submetidos à técnica convencional com placa e a um aumento do ângulo de movimento dos discos adjacentes, fato este que explicaria o aparecimento, a uma taxa de 2-3% ao mês, de novos sintomas e novas degenerações dos discos adjacentes. 

Os autores ainda destacam que nos pacientes submetidos a técnica de prótese de disco total, também conhecida por artroplastia, tais alterações não ocorreram, não alterando os padrões de movimentação normais da coluna cervical. Este estudo foi realizado no Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Tennessee em conjunto pelos departamentos de Neurocirurgia e de Engenharia Biomédica.

Os estudos clínicos, por sua vez, também atestam a superioridade da artroplastia sobre a técnica convencional de microdiscectomia + placa.

Em agosto de 2009, na revista Neurosurgery, foi publicado um artigo com acompanhamento de 463 pacientes que foram acompanhados por um período de quatro anos após a cirurgia. Os que foram submetidos ao procedimento com placa apresentavam melhora de cerca de 73% contra 86% dos que foram submetidos à artroplastia.

Outro estudo, publicado na mesma edição da revista, realizou o acompanhamento de 541 pacientes por cinco anos após a cirurgia e, novamente, mostrou a superioridade da artroplastia. Os pacientes submetidos a artroplastia mantiveram o movimento fisiológico de sua coluna até o término do estudo (que os acompanhou por cinco anos).

O grupo de pacientes submetidos a artroplastia também necessitou menos de nova cirurgia do que o grupo de pacientes submetidos à técnica convencional (microdiscectomia + placa).

Em 2011 Heller e colegas apresentaram maiores detalhes do seu estudo publicado no Neurosurgery em 2009. Desta vez os resultados foram publicados na prestigiosa revista The Journal of Bone and Joint Surgery. Desta vez publicaram o artigo completo, com follow up de quatro anos e nível de evidência CLASSE I (este é o maior e mais respeitado nível de evidência existente na literatura médica).

O artigo revelou que após quatro anos de acompanhamento o grupo de pacientes submetidos a artroplastia continuava apresentando resultados superiores ao grupo de pacientes submetidos a microdiscectomia+placa, considerados os parâmetros de avaliação com instrumentos específicos de mensuração de dor (Neck Disability Index, neck pain score, arm pain score and Short Form-36 physical component score) bem como o sucesso referido pelo paciente.

Além disto, apesar do aparecimento de calcificações heterotópicas, a prótese discal manteve sua capacidade de movimento (8.48 graus) mesmo após os quatro anos de follow-up.

Walraevens e colaboradores publicaram em 2010, também no Neurosurgery, um artigo que avalia a capacidade de movimentação dos pacientes submetidos ao implante de prótese de disco cervical . Apesar de uma alta taxa de calcificações (até 39%), houve manutenção da movimentação normal da coluna cervical em mais de 85% dos pacientes.

Em um recente (2012) artigo publicado na revista Journal of Neurosurgery Spine envolvendo Universidades da Califórnia, Carolina do Norte, Wisconsin, Georgia, Chicago e Taiwan, Mummaneni e equipe chegaram a conclusão, após análise de 1213 pacientes por pelo menos dois anos, que pacientes submetidos a artroplastia apresentam um risco significativamente menor de necessitar de uma segunda cirurgia e maior taxa de sucesso após dois anos.

Em 2009 Vila e colaboradores publicaram na revista European Spine Journal um artigo sobre os resultados clínicos e radiológicos em pacientes submetidos a prótese discal com follow-up de até dois anos. O estudo evidenciou manutenção do movimento normal da coluna em até dois anos mesmo com o aparecimento de calcificações heterotópicas em 85,5% dos pacientes. Na realidade, a presença de calcificações heterotópicas não alterou os resultados clinicos.

Outros estudos, como o realizado em 2007 e publicado na revista Journal of Neurosurgery Spine, envolvendo cinco Universidades americanas, chegaram a resultados similares. Neste estudo em particular, Zdeblick e pesquisadores associados chegam à conclusão que a prótese de disco mantém o movimento normal da coluna após dois anos, sendo ainda evidente a associação entre seu uso e um melhor resultado neurológico, melhor resultado clínico e menor taxa de segundas cirurgias.

Desta forma, após a análise da literatura citada (muitos outros artigos poderiam ser listados) concluimos que a melhor opção para o paciente é a prótese discal. Tal conclusão se baseia em diversos critérios, todos benéficos para o paciente: manutenção da movimentação normal da coluna cervical, menor risco de necessidade de nova cirurgia, melhores resultados clínicos, menor incidência de dor pós-operatória, menor incidência de disfagia (dificuldade para deglutir), melhores resultados neurológicos e restauração da coluna cervical aos parâmetros fisiológicos

Se podemos oferecer todos estes benefícios ao paciente, preservando sua mobilidade normal, porque recair sobre uma técnica antiga que não lhe traria tantos benefícios e ainda lhe limitaria a mobilidade?

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Mais de 27 milhões de brasileiros sofrem de dor na coluna


A Pesquisa Nacional da Saúde, publicada no final de 2014, concluiu que 18,5% da população adulta do Brasil é acometida por doenças crônicas na coluna, totalizando cerca de 27 milhões de pessoas. Os problemas localizados na região da lombar são os mais comuns e englobam 21% das mulheres e 15% dos homens. Se os dados forem filtrados por idade, as doenças crônicas na coluna atingem 8,7% das pessoas de 18 a 29 anos e 26,6% das pessoas acima dos 40 anos. Já no caso dos idosos, esse número sobe para 28,9%.

De acordo com o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), a lombalgia tende a aparecer na idade adulta e cada pessoa sofrerá com pelo menos um episódio da dor na vida, sendo que os casos estão geralmente relacionados com a má postura unida às contrações musculares, gerando dores persistentes que podem acarretar outras doenças. O Into alerta que a prevenção é o melhor caminho para erradicar as dores, principalmente por meio de exercícios físicos de correção postural. A postura inadequada durante o trabalho pode gerar lesões na coluna e aumentar a incidência de dores nas costas, uma das doenças que mais afastou os trabalhadores brasileiros em 2013.

Para prevenir o problema, as empresas podem investir em Ginástica Laboral já que ela pode contribuir para diminuir o número de afastamentos principalmente por dores nas costas. Implementar a ginástica, além de indicar a preocupação da empresa com o bem estar dos seus colaboradores, também contribui para diminuir custos com assistência e licença médica, reduzindo o absenteísmo de uma empresa. Além disso, ela também promove a satisfação dos colaboradores, que entendem a importância da prática e costumam levar as orientações para a sua vida pessoal, potencializando ainda mais os resultados.

A pesquisa foi realizada por meio de uma parceria entre o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Ministério da Saúde e indicou que 53,6% dos brasileiros fazem algum tipo de tratamento para combater as dores na coluna. Os principais recursos terapêuticos utilizados por essas pessoas são os medicamentos ou injeções, com 40% dos casos, e em segundo lugar está a prática de exercícios e/ou fisioterapia, com 18,9%. A análise nacional apontou a região Sul como a campeã de casos de problemas nas costas, que acarreta 23,3% da sua população.

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Entenda e veja como tratar a lombalgia

 
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A dor nas costas da lombalgia é um incômodo extremamente frequente nos dias atuais. Esse problema na região lombar pode ser secundária à atividade física intensa, sem supervisão, à obesidade, ao sedentarismo ou à postura inadequada. Alterações estruturais da coluna vertebral, tais como hérnias de disco, fraturas, osteoartrose ou desidratação discal também podem se manifestar desta forma.

Quando não existem alterações do disco intervertebral nem fraturas nos exames de imagem, faz-se o diagnóstico de lombalgia mecânica.

Se os exames evidenciam sinais de sobrecarga, tais como edema ligamentar ou derrame articular, uma série de medidas são implementadas, tais como reeducação alimentar, adequação da postura (RPG), fortalecimentos musculares específicos para lidar com as demandas físicas da vida cotidiana do paciente, etc.

Por vezes, no entanto, a dor lombar não responde ao tratamento clínico, às medidas citadas e até mesmo à fisioterapia convencional associada a acupuntura e remédios analgésicos.

Nestes casos, onde se credita a dor lombar exclusivamente à sobrecarga mecânica, é possível usar um método minimamente invasivo para controle da dor: a rizotomia por radiofrequência.
 

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Exemplos de alongamentos para dores na coluna cervical

Os alongamentos para a coluna vertebral aliviam as dores nas costas, aumentam a elasticidade, melhoram a circulação, reduzem o estresse nas articulações, melhoram a postura e aumentam a resistência.                      

A região cervical é a parte da coluna que liga a cabeça ao tronco. Normalmente, ela é mais tensa por conter muita inervação, ocasionando mais pressão e enrijecimento muscular devido a pouca movimentação do local.   Muitas das dores na coluna cervical ou pescoço são causados por desgastes ou deslocamentos do disco vertebral, uma espécie de amortecedor localizado entre as vértebras.

É fundamental que a pessoa tenha cuidados com sua postura, evitando sentar de forma inadequada, passar longos períodos na mesma posição, levantar e/ou transportar objetos pesados de forma inadequada. Muitas vezes o estresse e tensão fazem com que a pessoa se alimente mal e não tenha uma boa noite de sono, por isso é importante também cuidar da postura na hora de dormir.

Veja exemplos de alongamentos:

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Entenda tudo sobre a dor no ciático

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O ciático é o nervo mais longo do corpo humano, nasce a partir das raízes nervosas da região lombar e desce até os dedos dos pés, sendo responsável por grande parte da sensibilidade e motricidade das pernas. A dor ciática ocorre devido a processos inflamatórios ou compressivos de uma ou mais das raízes nervosas que o formam, bem como de possíveis lesões ao longo do trajeto do nervo. A compressão das raízes nervosas costuma ser causada por distúrbios na coluna (artrose, fraturas, osteoporose), tumores ou processos inflamatórios. A dor costuma se manifestar ao longo do trajeto do nervo, ou seja, na região do quadril e irradia-se para a face posterior da coxa e das panturrilhas, podendo afetar, inclusive, o pé, variando bastante em cada paciente na dependência de quais raízes ou porções do nervo sejam afetadas.

A hérnia de disco é o mecanismo mais comum de dor ciática. A dor ciática costuma se caracterizar por uma dor lombar que se irradia para uma das pernas, na maioria dos casos. Além da dor, o paciente pode sentir dormência, sensações como queimação ou formigamento ao longo do trajeto do nervo (parte posterior da perna e panturrilha) e diminuição da força de alguns músculos da perna, levando à sensação de fraqueza e dificuldade para alguns movimentos como caminhar e subir escadas. Como resposta à dor, costuma haver espasmo dos músculos próximos da coluna lombar, gerando uma rigidez da região que dificulta ainda mais a mobilidade do indivíduo afetado. Habitualmente, uma crise aguda de dor lombar/dor ciática costuma durar de três a seis semanas, mas até em um terço dos casos pode evoluir por mais tempo tornando-se uma dor crônica, limitando os movimentos e o retorno para às atividades habituais da pessoa, inclusive ao trabalho.

O pico de incidência, fase em que as crises de dor ciática costumam surgir, ocorre por volta da terceira e quarta década da vida, podendo se repetir ao longo de toda a vida do indivíduo, tendendo a piorar a intensidade e a frequência com o advento da idade avançada devido às mudanças degenerativas que ocorrem com o tempo, como perda de massa muscular e o processo de artrose da coluna.

 A dor no ciático, na maior parte dos casos, é de causa mecânica, relacionada com excesso de pressão exercida sobre as vértebras da coluna lombar pelo peso do corpo, que leva ao deslocamento e ruptura do disco intervertebral conforme mecanismo descrito anteriormente. Situações que aumentam a pressão sobre a região lombar têm sido apontadas como fatores de risco para o desenvolvimento de dor ciática, como excesso de peso, posturas inadequadas, movimentos de elevação de carga acima da linha de cintura, fraqueza nos músculos de sustentação do tronco, principalmente os abdominais e da região lombar. Essas situações devem ser evitadas através de atividade física regular, tanto aeróbica, para evitar o ganho de peso, quanto para o fortalecimento de musculatura localizada, correção de hábitos posturais inadequados durante trabalho, descanso e, mesmo ao dormir, e através de cuidados quando da  execução de movimentos de abaixar para apanhar objetos, carregar peso e torcer o tronco, particularmente nas pessoas que o fazem de forma repetitiva, seja no trabalho, nas atividade domésticas ou em práticas esportivas.

O tratamento da dor ciática baseia-se na definição do diagnóstico etiológico da dor, ou seja, no mecanismo causador dela. Conforme citado acima, a dor é habitualmente de causa mecânica devido a deslocamentos dos discos intervertebrais, como também por processos degenerativos dos ossos e articulações da coluna, sendo considerado o fator físico da compressão sofrida pelas raízes nervosas o principal problema a ser tratado.

A recomendação de tratamento inicial é reduzir a carga sobre essa região da coluna, o que se faz com um período de repouso em posição deitada, evitando-se movimentos de se dobrar para frente, torção lateral da coluna e carregar peso, medidas que, associadas ao uso de medicação sintomática como analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares costumam ser eficazes na maior parte dos casos, levando a uma resolução completa dos sintomas em até três meses. Métodos fisioterápicos analgésicos também são importantes aliados nessa fase para o alívio e o retorno mais precoce às atividades, assim como a acupuntura e massoterapia e, para alguns casos mais resistentes, métodos invasivos de controle de dor (bloqueios neurais e infiltrações), a serem executados por médico especialista. O que precisa ser conscientizado pelo portador dessas condições é que o alívio da dor não significa cura, pois o processo mecânico de compressão neural ainda estará presente e, possivelmente, acompanhará o indivíduo por toda a vida. Cabe, então, o tratamento de prevenção para se evitar novas crises, o que pode ser feito com mudanças de hábitos de vida, como perda de peso e atividades físicas que reforcem a musculatura abdominal e paravertebral, além de mudanças posturais durante o trabalho, atividades cotidianas, lazer e o sono, necessitando do acompanhamento de fisioterapeutas e educadores físicos. 

Para um pequeno número dos portadores de dor ciática, essas estratégias, acima descritas, não serão suficientes para trazer um melhora suficiente e duradoura, sendo candidatos aos tratamentos cirúrgicos existentes. Nesses casos, cabe ao médico especialista, ortopedista ou neurocirurgião, optar, entre as várias técnicas atualmente disponíveis, a que melhor convém àquele indivíduo específico.

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Atividade Física e Coluna Vertebral: Um Caminho de Prevenção


Livro - Atividade Física e Coluna Vertebral: Um Caminho de Prevenção

Esse livro é excelente!

Ele mostra que a saúde ou doença é uma opção pessoal. Trata-se de conhecer o próprio bioma corpo e avaliar os hábitos de vida. A dor é um alerta nas etapas do desmoronamento do edifício vertebral. Sua presença evidencia o comprometimento da coluna com lesões irreversíveis. A medicina tem realizado supremo esforço para apoiar o corpo humano em degeneração precoce. A causa relaciona-se com os hábitos de conforto, estática e sedentarismo.

Veja aqui mais detalhes sobre ele

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