Obesidade é fator de risco para a coluna




Além dos males já conhecidos como diabetes e pressão alta, a obesidade também afeta a coluna vertebral
A obesidade está estreitamente relacionada ao surgimento de doenças cardíacas, diabetes e hipertensão arterial. Porém, pouco se fala dos problemas na coluna vertebral acarretados pelo excesso de peso. Responsável pela sustentação do corpo, a sobrecarga na região lombar gera processos inflamatórios e dolorosos, com desgastes que favorecem o aparecimento da hérnia de disco, entre outras doenças. Segundo o neurocirurgião de coluna Alexandre Reis Elias, "o fato pode ser comprovado pelo aumento do número de pacientes com sobrepeso e obesidade nos consultórios médicos", justifica.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) já alertou para o aumento do número de pessoas obesas no país, incluindo crianças. A obesidade é um dos principais fatores de risco evitáveis para uma série de males, o que inclui as da coluna vertebral, particularmente, a dor na coluna lombar. Ainda segundo a OMS, a obesidade causa a morte de 2,8 milhões de pessoas por ano no mundo e 12% da população está acima do peso. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 51% da população está acima do peso.

Entre as consequências do sobrepeso estão a degeneração e o desgaste do disco vertebral, que pode gerar lombalgia – dor na coluna – e o desenvolvimento de hérnia de disco, caracterizados pela sobrecarga na musculatura e na parte óssea.

Em geral, de acordo com o especialista, quando diagnosticados precocemente, os casos mais simples podem ser tratados com remédios anti-inflamatórios, fisioterapia e ajuda de terapias corporais complementares. "Mas nada será efetivo no longo prazo se não forem alterados os hábitos e controlado o peso", diz Alexandre Elias.

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O torcicolo congênito


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O torcicolo congênito caracteriza-se por uma retração unilateral do esternocleidomastóideo que ocasionará um mau colocamento da cabeça em flexão, inclinação lateral e rotação do lado oposto à retratação, devido a má posição da cabeça pode ocorrer um desconforto ocular em virtude do desequilíbrio dos músculos extra-oculares.

Após ter eliminado o torcicolo ligado a uma má formação osteoarticular, será preciso distinguir dois tipos de torcicolo no recém-nascido:

1. O verdadeiro torcicolo muscular congênito deve-se provavelmente a um mau posicionamento uterino (compressão e isquemia muscular) onde o desvio característico da cabeça estará freqüentemente associado a uma assimetria facial e mesmo do crânio. Existirá, então, uma verdadeira distrofia do esternocleidomastóideo, e será detectada rapidamente após o nascimento. O tratamento conservador poderá ser efetuado diretamente, mas quase sempre a cirurgia será necessária.

2. O torcicolo do bebé caracteriza-se pela presença, no músculo esternocleidomastoidiano, de uma tumefação de forma ovóide a nível de 1/3 inferior. Este tumor aumentará até o segundo mês, e depois será absorvido, podendo a posição da cabeça corrigir-se sozinho, mas podendo também se definir e agravar. Uma retração do trapézio superior pode vir associada.

O tratamento pode ser conservada e cirúrgica. No conservador recorrerá sobretudo à cinesioterapia e ao cuidado de posicionamento. E no cirúrgico, consistirá numa secção alargada do músculo que ocorrerá a partir de um ano e meio a dois anos. O recurso será a cinesioterapia intensiva, pós-operatória.


Tratamento fisioterápico

No tratamento pré-operatório podemos fazer massagem flexibilizante + termoterapia; mobilização passiva suave e estiramento no sentido correto;
movimentos ativos; correção da postura noturna e após a mobilização, num aparelho gessado; tonificação analítica dos músculos corrigidos a de formação;
educação da postura.

Devemos também orientar aos pais para mudar a criança regularmente de posição e evitar as posições agravantes.

No tratamento pós-operatório, a assimilação dos exercícios será melhor e o tratamento mais rápido e eficaz. Após a retirada do aparelho gessado em supercorreção será feita: massagem cicatricial; mobilização passiva, suave e progressiva várias vezes ao dia em todos os eixos; mobilização ativa no sentido corretor sem, e depois com resistência. Para os mais novos indicamos jogos e solicitações diversas e para os mais velhos indicamos: participação voluntária e mais analítica. Reequilibrar toda a musculatura pericervical; reeducação da assimetria facial; ensinar os movimentos, posição, situações que ajudam a solicitação do pescoço no sentido corretor.

A reeducação e longa e dura aproximadamente dez meses, diária e depois três vezes por semana.

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Dica de Livro: Fisioterapia nas lesões da coluna

FISIOTERAPIA NAS LESOES DA COLUNA

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Fisioterapia nas lesões da coluna é livro originado no Grupo de afecções da coluna vertebral do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. O livro contém informações objetivas e pontuais, tendo por base a longa xperiencia cientifica e assistencial dos fisioterapeutas da Santa Casa e dos professores convidados.

Detalhes do Produto

  • Origem:  NACIONAL
  • Editora:  ATHENEU EDITORA
  • Idioma:  PORTUGUÊS
  • Edição:  1
  • Ano:  2014
  • País de Produção: BRASIL
  • Código de Barras:  9788538805045
  • ISBN:  8538805045
  • Encadernação:  ENCADERNADO
  • Altura: 25,00 cm
  • Largura: 17,50 cm
  • Comprimento: 2,00 cm
  • Peso: 01,45 kg
  • Complemento:  NENHUM
  • Nº de Páginas:  112
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9 dicas para eliminar a dor nas costas

http://www.dornascostasnuncamais.com.br/blog/files/2014/02/3-maneiras-aliviar-dor-nas-costas.jpg

Confira 10 dicas para eliminar a dor nas costas rapidamente:
  1. Tente relaxar ficando deitado de lado ou sentado de forma que as costas estejam totalmente encostadas na cadeira;
  2. Coloque uma compressa morna exatamente em cima da dor nas costas, deixando-a atuar por 20 minuto

Se a dor desaparecer com estas dicas, recomenda-se iniciar algum tipo de atividade física como a hidroginástica ou a natação, por exemplo, para que haja um bom fortalecimento muscular principalmente da região das costas e da parte detrás das pernas.

Mas se a dor persistir ou voltar a aparecer, recomenda-se uma consulta com um ortopedista ou fisioterapeuta para poder investigar a sua causa.

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