Alongamento mais seguros para lesões de disco vertebral de L5-S1


Os exercícios de alongamento mais seguros para lesões de disco vertebral de L5-S1
A coluna vertebral consiste de um complexo conjunto de nervos, vértebras e discos. Os discos são estruturas macias  e circulares que ficam entre os ossos da coluna, eles promovem amortecimento e permitem a movimentação. Lesões nos discos em que a porção interna desses se projeta para fora são conhecidas como hérnias de disco. Essa lesões são mais comuns na coluna lombar, com 90% ocorrendo nos níveis de L4-L5 e L5-S1. Geralmente, os músculos da região lombar e nádegas tornam-se enrijecidos em resposta à herniação do disco. Isso pode ser aliviado por exercícios de alongamento para a região lombar, nádegas e posterior da coxa.

Alongamento da região posterior da coxa

Os músculos da região posterior da coxa são geralmente associados a dor na região lombar, pois eles contraem a coluna lombar e provocam desconforto. Esse exercício melhora a flexibilidade da coxa e reduz o estresse imposto sobre a coluna lombar. Para fazer esse exercício, sente no chão e estique sua perna direita. Dobre sua perna esquerda e coloque a sola do pé esquerdo na coxa direita. Estique seus braços para a frente do corpo e leve-os lentamente até o seu pé direito. Você sentirá o alongamento na região posterior da coxa. Mantenha essa posição por 30 segundos e repita três vezes. Repita esse exercício na sua perna esquerda.

Alongamento do piriforme

O músculo piriforme está localizado no interior da região da nádegas. Hérnias de disco lombares algumas vezes causam o enrijecimento dessa região, o que pode levar a irritação do nervo ciático. O alongamento do piriforme é benéfico para alongar esse músculo e aliviar os sintomas de compressão do nervo. Para realizar esse exercício, deite sobre suas costas e dobre ambos os joelhos. Coloque o seu pé direito sobre a coxa esquerda, logo acima do joelho. Abrace a sua coxa esquerda e então leve-a em direção ao peito. Você irá sentir o alongamento da nádega esquerda e quadril. Segure essa posição por 30 segundos e faça três repetições. Repita esse exercício na perna oposta.

Alongamento do joelho ao peito

Esse exercício alonga os músculos da coluna lombar e melhora a flexibilidade da coluna. Para realizar esse exercício, deite sobre as suas costa. Dobre ambos os joelhos e leve-os lentamente até o peito. Abrace ambas as pernas e segure essa posição por 30 segundos. Repita três vezes.

Extensões lombares

Extensões lombares são também bons exercícios para alongar os músculos da região lombar. Para realizar esse exercício, deite sobre a barriga. Dobre ambos os cotovelos e os apoie no chão. Seu tronco inteiro deve ser levantado do chão. Você irá notar o alongamento da região lombar quando executar corretamente o exercício. Segure essa posição por cinco segundos e então lentamente volte à posição normal em 30 segundos. Repita 10 vezes. Se você conseguir fazer esse exercício sem sentir dor, você pode tentar uma versão mais difícil dele, colocando ambas as mãos no chão, ao invés dos cotovelos. Arqueie sua coluna para trás, mas não permita que a sua pelve levante do chão. Segure essa posição por um segundo e faça 10 repetições.

Cuidado

Dor na região lombar ao realizar esses exercícios é normal. De fato, as suas dores nas costas podem na verdade piorar nos estágios iniciais da rotina de exercícios. Contudo, é recomendável parar de realizar esses exercícios caso você sinta uma piora da dor nas suas pernas e nádegas, ou se você desenvolver novos sintomas nessas áreas. Você deve também parar se a dor for severa imediatamente após completar os exercícios, ou se piora no dia seguinte.

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Terapia Manual pode eliminar dores na coluna

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que 80% da população mundial terá, pelo menos, duas crises de dor na coluna durante a vida.

Nestes casos, tanto para a coluna cervical quanto para a coluna lombar, os efeitos analgésicos cumulativos da terapia manual foram estudados e comprovados,
reduzindo a dor e os espasmos pós-lesão, acelerando a recuperação.


"A terapia manual inclui um impulso manipulativo de alta-velocidade e baixa amplitude e mobilizações oscilatórias, se mostrado capaz de diminuir a dor e melhorar a função do paciente", explica Roberto Serafim, fisioterapeuta e professor universitário, pós-graduado em Aparelho Locomotor no Esporte pela Escola Paulista de Medicina, especialista na restauração de funções articulares.


Direto no local

Ele explica que a terapia foi e é extensivamente pesquisada e pode agir diretamente em problemas comuns da população brasileira, como dores na coluna cervical e coluna lombar. Serafim recebe, em média, 60% dos pacientes em sua clínica em Campinas (SP) com sintomas de dores nas costas.


É a partir desta premissa que a terapia manual vem recebendo atenção cada vez maior de pesquisadores e profissionais de saúde e sendo aplicada com sucesso em tratamentos dedicados ao sistema músculo-esquelético (sistemas muscular, articular e neural).


A incidência deste tipo de dor é tanta que em 1994, a Agência em Política e Pesquisa em Saúde nos USA desenvolveu o Guia para Dor Lombar Aguda. Em 1997, a Nova Zelândia também criou um guia oficial que recomenda a terapia manual nas primeiras quatro a seis semanas de dor lombar. O Royal College of General Practitioners, do mesmo país, afirmou que existem fortes evidências para apoiar o uso da manipulação na dor lombar, provendo maior rapidez na melhora da dor e no nível de atividade do paciente.

Mãos na massa

A fisioterapia manual consiste em utilizar as mãos para recompor a capacidade de reparo do organismo. Assim, a manipulação afeta propriedades mecânicas dos tecidos como elasticidade, força e alongamento. Ela trata as deficiências neuromusculares decorrentes de doenças e lesões musculoesqueléticas como perda de equilíbrio e movimento, permite a correção postural, além de causar reações psicológicas que apresentam uma resposta somática traduzida pelo relaxamento e sensação de bem estar.

Em sua clínica, Serafim aponta uma porcentagem de pelo menos 90% de pacientes que relatam diminuição ou ausência de dor e recuperação de problemas articulares com o uso da terapia manual também em outras partes do sistema músculo-esquelético.

Com duas seções iniciais, o publicitário Tiago Petreka, que sofreu uma séria lesão no tornozelo direito praticando futebol, já sente os benefícios da terapia e do programa de recuperação da clínica. "As seções de manipulação ajudaram muito no combate às dores e ganho de movimento, me devolvendo mais rápido ao meu cotidiano", afirma.
Fonte:Yahoo

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Saiba qual a relação entre cigarro e dores nas costas


Saiba qual a relação entre cigarro e dores nas costas Vjeran Lisjak/stock.xchng

Normalmente citado como o causador de diversas doenças respiratórias, do coração e por provocar câncer, o cigarro também pode ser responsável pelo aparecimento de dores nas costas. Ele aumenta o risco de dor lombar, doença do disco intervertebral e complicações pós-operatórias depois de cirurgias de coluna.

Segundo o fisioterapeuta especialista em coluna vertebral e presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRC), Helder Montenegro, isso ocorre porque a fumaça do cigarro reduz a circulação sanguínea nos platôs (amortecedores naturais) do disco invertebral.

— Essa diminuição dificulta a chegada de nutrientes na região, fazendo com que os discos ressequem e se desgastem — descreve.

Esse fator contribui para o surgimento de hérnia de disco, um processo em que o disco intervertebral sofre uma ruptura no anel fibroso.

— Com a ruptura e posteriormente a saída do núcleo pulposo, as raízes cervicais que são incumbidas pela inervação de membros superiores, ficam comprimidas, causando as dores, diminuição da força e atrofia da musculatura — descreve Montenegro.

Além disso, a nicotina e outras substâncias encontradas no cigarro reduzem o diâmetro dos pequenos vasos, inibindo o aporte de oxigênio que as células recebem através do sangue.

— A vasoconstrição (processo de contração dos vasos sanguíneos) dificulta na cicatrização de cirurgias e também interferem na estabilização de fraturas, pois reduz a produção de colágeno pelo corpo — alerta o especialista.

Montenegro explica, ainda, que como o desgaste da coluna é um fator progressivo, quanto mais cedo a pessoa começar a fumar, maiores são as chances de desenvolver problemas na coluna.

— O corpo sofre um desgaste natural de suas articulações a partir dos 35 anos, porém, o tabagismo acelera esse processo. Além disso, a obesidade, a má alimentação e a ausência da prática de atividades físicas podem agravar o problema — informa.

É importante ressaltar que dores persistentes na coluna ou na perna por mais de três meses devem ser avaliados pelo médico.

— A princípio o tratamento é clinico realizado com medicação analgésica, anti-inflamatório e fisioterapia. No entanto, em situações mais graves, são indicados procedimentos cirúrgicos — finaliza.

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Cuidado com as costas na hora da corrida




2x: é quanto aumenta o risco de dores na coluna em mulheres com mais de 40 anos e em homens acima dos 30 anos

Calçar os tênis e dar passadas aceleradas parece simples. Mas é aí que mora o perigo, principalmente para as vértebras. As pessoas geralmente começam a correr sem orientação e, com isso, se expoem a lesões. Tal conclusão não surgiu ao acaso. Em um trabalho recente, o especialista questionou 240 praticantes desse esporte e observou que quase metade padecia com incômodos na espinha. Os dados preocupam, porque os exercícios, quando bem realizados, na verdade atenuam as dores.

No que prestar atenção

Repouso Tire ao menos um dia de descanso entre um treino e outro. Assim o corpo tem tempo para se regenerar.

Musculação Malhar as pernas ajuda a aguentar o impacto decorrente da corrida. Mas não se esqueça do abdômen e das costas.

Postura Nada de posição militar. Os ombros devem ficar relaxados, o peito aberto e o queixo apontado levemente para baixo.

Equipamento Escolha um calçado adequado ao seu pé e vista roupas confortáveis, que não encharquem com suor.

Diferenças entre os sexos
A corrida não afeta homens e mulheres da mesma maneira

49% das mulheres relataram sofrer com incômodos nas costas. Entre elas:

18% dores na região cervical

25% dores nas regiões cervical e lombar

57%  dores na região lombar

39% dos homens afirmaram sentir dores na coluna. Entre eles:

28% dores na região cervical

18% dores nas regiões cervical e lombar

54% dores na região lombar

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