Veja qual é a melhor posição para dormir



Você acorda com a sensação de cansaço e o corpo dolorido? Descobrir qual a melhor posição para dormir pode aliviar esse desconforto no pescoço e nas costas e o site neo-zelandês Body+Soul descobriu que mesmo quem tem uma ótima postura durante o dia, pode acabar sobrecarregando essas duas partes do corpo durante o sono.

Cada vez mais pessoas tornam-se mais atentas em relação à postura da coluna durante o dia, mas durante o sono também é importante e possível cuidar da saúde da coluna.

Melhor posição
Deitar de barriga para cima com os braços esticados e perpendiculares às pernas também esticadas é uma das melhores posições para a coluna. Use um travesseiro baixo, porque muitos travesseiros ou um muito alto podem comprometer o alinhamento do pescoço, não importa qual seja a posição na cama, gerando dores no pescoço, ombros e costas, assim como dores de cabeça e até enxaqueca.

Boa opção
Deitar de lado com o braço de cima deixado ao lado do corpo ou para trás, para abrir os ombros é uma boa escolha para o sono. Evite aconchegar os braços no peito, porque isso força a espinha a se curvar.

Pior escolha
Deitar de barriga para baixo com o pescoço virado para um dos lados é terrível para a coluna. Quem tem por hábito dormir desse jeito costuma sofrer com dores no pescoço e costas e precisa treinar o corpo a adormecer em outra posição

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Travesseiro evita dor nas costas



Pelo menos 70% dos problemas de saúde têm relação com os maus hábitos e o estresse crônico, situações que afetam todo o corpo. É tanto estresse que nos últimos 40 anos a população perdeu 25% do tempo total de sono, e a redução de sete para cinco horas eleva o risco de infarto e derrame, dizem pesquisadores da University College of London. E de nada adianta ter um colchão de primeira se o travesseiro for de terceira, ou inadequado, porque isto só piora a insônia. Como escolher o travesseiro diante de dezenas de modelos, de diferentes tamanhos, texturas e formatos? O primeiro ponto, talvez o mais importante, é observar a posição em que se costuma dormir. A melhor é a de lado, afirmam médicos e fisioterapeutas, porque ela força menos a coluna e relaxa o corpo. Se a preferência for deitar de costas ou de bruços, também dá para evitar as noites maldormidas. Basta saber qual é o modelo que mais se adapta ao seu jeito de dormir. Há travesseiros até para quem sofre de dores de coluna, para quem ronca ou é alérgico.

Para reduzir o estresse e a dor nas costas, é bom ter um travesseiro que mantenha o alinhamento do pescoço com o tronco, diz o ortopedista Antônio Eulálio, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into). A altura correta do travesseiro faz a diferença entre ter bons sonhos ou ficar imerso em pesadelos.

- Quem dorme de lado deve optar por um modelo que ocupe o espaço entre o ombro e a cabeça. Esta altura varia de 10 cm a 15 cm. Dormir com o travesseiro muito alto ou muito baixo manterá a cabeça inclinada para um dos lados. Isto contrai os músculos do pescoço. Então, a chance de torcicolo é grande. Se prefere dormir de bruços ou de costas, use um travesseiro baixo - ensina Eulálio.

Ainda para quem dorme de lado, o travesseiro deve ser firme, médio ou alto, sem deixar a cabeça inclinada para cima ou para baixo. Outra dica é colocar um travesseiro entre os joelhos, mantendo as pernas semiflexionadas, o que relaxa a lombar. Se quiser mais conforto, use um travesseiro de corpo (eles medem de 50cm a 70cm), para não deixar o braço sobre o quadril.

Para quem dorme de costas. o ideal é o travesseiro macio de altura média, que deve preencher o espaço entre a cabeça e o colchão. Neste caso, é melhor posicionar os braços ao lado do corpo,ou cruzar as mãos sobre a barriga. Ainda nesta posição, vale ter um travesseiro sob os joelhos semiflexionados. A pior posição é a de bruços: ela causa rotação da cabeça e a torção da cervical. Neste caso, é melhor usar o travesseiro mais baixo possível, deixando os braços esticados para baixo. Não é bom dormir sem travesseiro.

- Ao dormir de bruços, a tendência é colocar o braço sob o travesseiro, e isso reduz a vascularização para os nervos e causa dormência - diz Eulálio.

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Dor nas costas: aprenda a respeitar sua coluna



Responsável pela sustentação e movimentação do corpo, a coluna vertebral une delicadeza e resistência. É delicada porque entre suas 33 vértebras passa a medula espinhal - estrutura sensível que funciona como canal de comunicação entre o cérebro e as demais partes do corpo. É resistente porque representa 40% do tamanho do ser humano e proporciona a flexibilidade e os movimentos realizados pelo corpo.

A coluna é uma estrutura que tem de ser respeitada e utilizada adequadamente. Oito em cada dez pessoas sofrem ou vão sofrer de dores na coluna ao longo da vida. E isso ocorre porque poucos têm a consciência corporal necessária para manter a postura correta.
As dores

É comum ouvir as pessoas queixarem-se de dor na coluna. Elas podem ser consequência de noites mal dormidas, vícios posturais e esforço acima do normal, entre outros “Em geral são passageiras. Mas, se forem intensas e repetitivas merecem a atenção de um especialista.

Para facilitar a compreensão das dores e suas causas, foram divididas em três segmentos, correspondentes às partes da coluna:

lombar: localizada acima do quadril

dorsal: parte central das costas

cervical: fica entre a cabeça e o tronco

Dor lombar: está entre as dores que mais acometem o ser humano, perdendo apenas para a cefaleia. Atinge 80% da população adulta com menos de 45 anos. Chamada de lombalgia, afeta a coluna lombar e não é doença, mas um sintoma que pode ter mais de 50 causas diferentes.

Dor dorsal: menos frequente, apresenta características próprias. A dor acomete a região torácica posterior (região das costas).

Dor cervical: é caracterizada por dor e rigidez transitória na região entre o tronco e a cabeça e tem causas diversas. Costuma se manifestar mais em idosos, profissionais que executam atividades braçais ou que adotam vícios posturais.

As pessoas são muito mal orientadas em relação à coluna e seus problemas e não sabem como se cuidar

Ao longo do dia, quantas vezes é preciso sentar, levantar, entrar e sair do carro, carregar sacolas pesadas ou pegar algum objeto que caiu no chão?

Todas essas ações têm como protagonista a coluna. E cada vez que são realizadas de forma incorreta, prejudicam a postura e, consequentemente, a coluna. Esse desgaste, somado durante anos, pode resultar em problemas como a escoliose.

Preste atenção no que a sua coluna te diz. E cuide-a antes que traga maiores problemas!

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Alimentos que ajudam nas dores nas costas


De acordo como o Ministério da Saúde, cerca de cinco milhões de brasileiros procuram médicos para tratar a dor nas costas. O que muita gente não sabe é que, apesar da ajuda que os analgésicos dão, o tempo, uma atenção maior ao funcionamento do corpo e alterações nos hábitos de postura, também podem aliviar o desconforto.

Uma pesquisa mostra mais uma alternativa: os alimentos. Pois é, reduzir o risco de recorrência da dor nas costas é possível se você passar a visitar o corredor certo do supermercado. Indícios na pesquisa mostram que o consumo de alguns alimentos pode diminuir as inflamações que contribuem para alguns tipos de dor nas costas, principalmente, as ligadas a artrite.

Veja algumas sugestões de alimentos para comer e outros para evitar.

Coma mais

- Cereja. Um estudo mostrou que tomar 350 ml de suco de cereja azeda, duas vezes por dia, durante oito dias, reduz a dor e a tensão muscular. Cerejas azedas frescas ou enlatadas também ajudam.

- Azeite.

- Salmão em lata, sardinhas enlatadas em água ou azeite, cavala, atum-branco, sementes de linhaça e nozes. Todos são ótimas fontes de ácidos graxos e ômega-3.

- Proteína vegetal. A soja é uma ótima opção.

- Hortaliças e frutas de todas as cores,as enlatadas ou congeladas também, desde que não sejam em calda nem cheias de sal.

- Todos os tipos de castanhas e amêndoas.

- Chá-verde.

- Gengibre. Tente fazer um chá com pedacinho ralado da raiz em água fervente.


Coma menos

- Alguns óleos vegetais como os de milho, açafrão, girassol, algodão e óleos “mistos”.

- Margarina e gordura vegetal.

- Alimentos industrializados.

- Produtos que contenham xarope de milho rico em frutose.

- Alimentos ricos em gordura saturada, como carne, óleos tropicais e leite do tipo integral.

- Alimentos que contenham gordura trans.

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