Principais objetivos do tratamento da dor na coluna


Os principais objetivos no tratamento da dor nas costas são:

  • Alcançar a máxima redução na intensidade da dor tão rapidamente quanto possível;
  • Restabelecer o paciente às suas actividades normais;
  • Auxiliá-lo a lidar com a dor residual;
  • Ajudá-lo com os efeitos colaterais da terapia;
  • Facilitar a passagem do paciente através dos impedimentos legais e sócio-econômicos à sua recuperação.

Nem todos os tratamentos funcionam em todas as condições ou para todos os indivíduos na mesma situação, e muitos descobrem que precisam tentar várias opções de tratamento para determinar o que funciona melhor para eles. Somente uma minoria (estimados entre 1% e 10%) dos casos necessita de cirurgia.

Geralmente, acredita-se que alguma forma consistente de alongamento e exercício seja um componente essencial da maioria dos programas de tratamento das costas. Repouso total é raramente recomendado, e quando necessário, é geralmente limitado a um ou dois dias. Em acréscimo, a maioria das pessoas irá se beneficiar em não empregar quaisquer factores ergonômicos ou de postura que possam contribuir para a dor nas costas, tais como técnicas impróprias de levantamento de pesos, má postura ou apoio deficiente em camas, cadeiras de escritório etc.

Também se consegue algum alívio através da aplicação de uma botija de água quente, ou os chamados adesivos (emplastros) de forma a criar calor na zona afetada. Massajar a área que está sendo afetada pela dor é outra das formas de amenizar a dor de costas.

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Dores na colua na gravidez



Dor nas costas verdadeira
É a dor causada pelos mesmos fatores que a dor nas costas em pessoas que não estão grávidas.

Ligamentos, músculos, discos e articulações podem ficar sobrecarregados devido a problemas de postura, ao hábito de carregar peso de maneira incorreta, à fraqueza ou insuficiência muscular e a lesões. O mais comum é que esse tipo de dor já exista antes da gravidez.

A dor nas costas costuma piorar no fim do dia, ou quando se fica de pé por longos períodos. Isso se deve ao cansaço muscular e à distensão dos ligamentos, para sustentar o seu peso e o do bebê.

Dor ciática
Uma pequena proporção de mulheres sofre de ciática durante a gravidez. Trata-se da dor no nervo ciático, na base das costas, dos lados, por inflamação ou pressão.

Às vezes, o funcionamento do nervo pode ficar prejudicado, o que provoca fraqueza na perna ou sensação de formigamento. A dor pode se estender pela parte de trás da perna. Ao contrário do que acreditam as pessoas, a ciática não é causada pela pressão do bebê sobre o nervo.

É provável que, se você tiver dor no nervo ciático, tenda a ter o problema grávida ou não. Tente identificar a ação ou posição que deflagram a dor (deitar de barriga para cima, por exemplo) e a evite.

Dor pélvica
O tipo mais comum de dor nas costas na gravidez é a dor no plexo pélvico. A dor pélvica é consequência da gestação e deve ser tratada de forma diferente da dor nas costas comum. Os tratamentos tradicionais podem ser ineficazes e até piorar a dor no plexo pélvico.

Se você sentir dor na parte da frente, acima da vagina, no osso do púbis, pode estar sofrendo de um problema chamado disfunção da sínfese púbica.

É importante pedir ajuda ao seu médico ou a um especialista para ajudar a diferenciar a dor causada por esses problemas.

Dor causada por contrações
Em casos mais raros, as contrações de um trabalho de parto prematuro podem vir na forma de dor nas costas.

A partir do segundo ou terceiro trimestre, preste atenção se a dor nas costas vem em ondas, e olhe no relógio para ver se elas têm alguma regularidade.

Às vezes a dor nas costas pode ser uma contração sem que a barriga fique dura. Se desconfiar de que está tendo contrações antes da 37a. semana de gravidez, procure o médico.

Retirado de: Rethttp://brasil.babycenter.com/a1500456/dor-nas-costas-na-gravidez#ixzz2PQqOo2sD

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Tratamentos cirurgicos e não cirurgicos para dores na coluna


Boa parte dos problemas de dor nas costas podem ser resolvidos por atitudes simples, como dormir em colchão duro ou sentar-se preferencialmente em cadeiras de encosto reto. Pesos só devem ser erguidos a partir de uma postura agachada, mantendo-se as costas retas. Da mesma forma, pessoas que passam longo tempo sentadas (como motoristas e trabalhadores administrativos), devem mudar de posição ou erguer-se de vez em quando para descontrair e exercitar os músculos.

Caminhar com as costas retas e mantendo o peito ligeiramente elevado, também contribui para uma melhoria da postura física e da própria aparência pessoal.


Cirurgia

Existem vários tipos diferentes de cirurgia na coluna vertebral para tratar uma variedade de problemas nas costas. Algumas das formas mais comuns são:

  • Substituição por disco artificial: forma de cirurgia utilizada há décadas na Europa, mas que só recentemente tem sido empregada para tratamento da lombalgia provocada por um disco vertebral danificado.
  • Discectomia/microdiscectomia: utilizada geralmente para tratar a dor (especialmente aquela que se irradia pelos braços ou pernas) provocada por uma hérnia de disco.
  • Quifoplastia/Vertebroplastia: procedimentos para tratar a dor oriunda de fracturas de compressão osteoporóticas ou outras.
  • Estimulação da coluna vertebral: onde um dispositivo elétrico é utilizado para interromper os sinais de dor enviados para o cérebro.
  • Fusão espinhal: geralmente utilizado no tratamento de dor crônica ou aguda causada por moléstia degenerativa de disco, espondilolistese ou deformidades provocadas por escoliose.

Tratamentos não-cirúrgicos

Há uma vasta variedade de tratamentos não-cirúrgicos para dores nas costas, que incluem:

Aplicação de uma bolsa térmica gelada sobre a área afetada, após determinadas actividades físicas ou após uma lesão;

Aplicação de uma bolsa de água quente ou compressas quentes na região atingida, ou um banho de imersão com temperatura entre 39° e 40° C);

Medicações tais como relaxantes musculares, drogas anti-inflamatórias não-esteróides, narcóticos, paracetamol ou uma aspirina de quatro em quatro horas para os casos mais comuns;

Injeções de esteróides epidurais ou infiltrações intra-lesionais nas articulações.

Terapêutica física e exercícios, incluindo alongamento e reforço dos músculos que apóiam a espinha, freqüentemente ensinados por um profissional de saúde, tal como um fisioterapeuta ou uma escola da coluna.

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Osteopatia promete tratar hérnias e dores nas costas sem remédio ou cirurgia



Um tratamento para problemas nos ossos, músculos e articulações que promete a cura de males como hérnias e dores nas costas sem remédio nem cirurgia. Parece mentira, mas existe. Trata-se da osteopatia, técnica criada no século 19 nos EUA pelo cirurgião Andrew Taylor Still. Insatisfeito com os métodos disponíveis na época para tratar os feridos na Guerra de Secessão americana, o médico passou a estudar anatomia e fisiologia em cadáveres para tentar entender melhor o funcionamento do corpo humano.

A partir dos resultados dessas pesquisas, o cirurgião desenvolveu o tratamento que consiste, basicamente, na estimulação manual dos tecidos (articulações, músculos, tendões, fáscias, ligamentos, cápsulas, vísceras, tecido nervoso, vascular e linfático), com técnicas específicas, que incluem massagens e outros exercícios. Still acreditava que essas intervenções poderiam aumentar a capacidade de recuperação do organismo de forma natural.

Segundo Juliano Wada, fisioterapeuta especializado em osteopatia e acupuntura, o principal diferencial da osteopatia é atuar nas disfunções e não apenas nos sintomas das doenças. "As disfunções são o desequilíbrio ou o não funcionamento adequado de determinada estrutura ou sistema, o que normalmente desencadeia os sintomas. Não se trata de atuar apenas na melhora dos sintomas e sim atenuá-los a partir do tratamento de sua causa", explica ele.

A técnica é indicada para problemas no sistema músculo-esquelético que causem dores (cervicalgias, lombalgias, dores no ombro, joelho, tornozelo, cabeça, hérnias de disco e ciáticas), alterações de sensibilidade (formigamentos, diminuição ou aumento da sensibilidade) e limitações articulares (perda do movimento) . "O principal diferencial é a utilização somente do tratamento manual, com extrema eficácia e sem a utilização de medicamentos e de processos cirúrgicos", avalia o especialista.


No Brasil, a osteopatia desembarcou apenas em 1989, quase um século depois da fundação da Escola Americana de Osteopatia, nos EUA, em 1892. Hoje, há cerca de 1.000 especialistas na técnica no Brasil, número considerado baixo. "Isso se deve ao tempo de formação e dificuldade da especialização. A França, por exemplo, possui 30.000 osteopatas para uma população três vezes menor", pontua Wada.

Apesar de ser considerada uma prática da medicina alternativa, a osteopatia é reconhecida pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito) e só pode ser exercida por fisioterapeutas formados e com cinco anos de pós-graduação específica na técnica. "Ela está baseada na anatomia, na fisiologia e semiologia, e não deve ser considerada esotérica", frisa Wada. "A sua validade é bastante concreta tanto que a Organização Mundial de Saúde (OMS) a recomenda", conta ainda o fisioterapeuta.

O tratamento começa com uma avaliação minuciosa do paciente, que consiste em diversas perguntas sobre o histórico de disfunções e doenças, cirurgias, sinais e sintomas, e as relações entre eles. "Depois realizamos a inspeção e a palpação com diagnóstico clínico (testes) e só então iniciamos o tratamento com técnicas específicas para cada paciente. Portanto, as técnicas selecionadas e a evolução é totalmente individual entre os pacientes com a mesma queixa", relata o especialista.

No início, o paciente passa pela intervenção uma vez a cada intervalo de 7 ou 15 dias. Com a melhora do quadro clínico, o tempo entre as sessões pode ficar mais espaçado. O tratamento não possui contraindicações. "Podemos abordar crianças, bebês, idosos e gestantes, com um prognóstico positivo e rápido", finaliza Wada.

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Resumão sobre Dorsalgia



Dorsalgia (ou "dor nas costas") pode provir dos músculos, nervos, ossos, articulações ou outras estruturas ligadas à coluna vertebral. A dor pode ser constante ou intermitente, localizada ou difusa.

Pode ter características em picada ou ardor. A dor cervical pode deslocar-se pelo braço e mão e parte superior das costas. Na parte inferior pode deslocar-se pela perna e pé e incluir fraqueza e dormência.

A dor nas costas é uma das queixas mais frequentes. Estima-se que entre 65% e 80% da população mundial desenvolvam a enfermidade em alguma fase das suas vidas; todavia, a dorsalgia não costuma ser incapacitante, e mais da metade dos que padecem dela costumam recuperar-se em até uma semana.

Crises agudas de dorsalgia ou uma das suas variantes, a lombalgia (que afecta a parte inferior das costas), são uma das principais causas de afastamento ao trabalho[2], algo que pode estar ligado a questões de postura.

A espinha dorsal é uma complexa rede que liga nervos, articulações, músculos, tendões e ligamentos, e todos são capazes de produzir dor. Grandes nervos que se originam da espinha e vão até as pernas e braços podem espalhar dor para as extremidades.

Todavia, algumas vezes a dor nas costas pode ser experimentada mesmo quando nenhum problema anatômico subjacente é aparente.

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Evite dores na coluna com dicas simples para o dia a dia

Dor nas costas


Bons costumes diários como exercicíos físicos e postura correta são passos importantes para uma vida sem dor.

A coluna vertebral é uma aliada do ser humano. Graças a ela nós podemos executar diversas atividades como, por exemplo, agachar para pegar um objeto que caiu no chão. Porém, na maioria das vezes, não damos maior atenção e cuidado à nossa coluna, prejudicando assim a saúde e ocasionando dores que atrapalham na execução de ações simples.

Para manter ou restabelecer a saúde da sua coluna, é necessário ter cuidados simples, mas que fazem toda a diferença. É muito fácil fazer movimentos errados ao levantar objetos, o que acaba machucando a coluna. Na hora de levantar um objeto corretamente, você deve chegar o mais próximo possível dele, flexionar os joelhos com as costas bem eretas e abaixar para pegar o objeto. Procure deixá-lo na mesma altura dos seus braços e então vá esticando os joelhos para levantá-lo. Se sentir que é pesado para você, não faça esforço demais e chame ajuda.

Outro cuidado que toda pessoa deve ter está relacionado à postura. Hábitos adequados no cotidiano previnem inúmeros problemas. Uma boa postura previne contraturas musculares, dores lombares e cervicais, hérnias de disco, ciática, problemas nos punhos, entre tantos outros. Tenha certeza que sua estação de trabalho, quer você utilize um computador diariamente ou faça esforços, esteja adequada para a sua altura e suas características. Escolha uma cadeira com apoio lombar, mantenha os joelhos dobrados a 90 graus, com os pés apoiados confortavelmente no chão, não fique segurando o telefone com o pescoço e planeje "paradinhas" ao longo do dia, mudando de posição e fazendo alongamentos leves. Esses movimentos também auxiliam na sua saúde mental, aumentando a sua produtividade.

Por fim, não ignore problemas ou dores na coluna. Apesar de ser comum sentir dor nas costas ocasionalmente, elas podem indicar que algo não está indo bem, principalmente se as dores forem frequentes. Deixar para depois pode piorar o problema e torná-lo mais sério. Procure um profissional para orientá-lo a tomar as melhores condutas para preservar seu bem mais precioso: a sua saúde. Incorpore estas pequenas dicas no seu dia a dia e permaneça saudável.

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