Tratamento completo para Estenose Lombar

O tratamento conservador não interfere na história natural desses quadros avançados de degeneração do segmento lombar. Entretanto, pode trazer benefícios como alívio dos sintomas em pacientes com queixas leves ou intermitentes que não têm prejuízo significativo na atividade funcional.

O tratamento conservador consiste no uso de medicações para controle da dor, como analgésicos, AINH e relaxantes musculares. Fisioterapia analgésica pode desempenhar papel adjuvante no controle da dor. Exercícios para fortalecimento da musculatura do tronco e educação postural podem melhorar a capacidade funcional do paciente e devem ser associados com exercícios de condicionamento cardiorrespiratório.

Bloqueio epidural com corticoides promove alívio temporário dos sintomas e deve ser considerado em pacientes idosos que têm riscos muito elevados para tratamento cirúrgico.

Pacientes com sintomas severos e limitação importante nas atividades funcionais pela claudicação neurogênica, ou aqueles que não obtiveram alívio com tratamento conservador, devem ser considerados para tratamento cirúrgico. Pacientes que apresentam déficit neurológico progressivo durante evolução do quadro também devem ser submetidos a tratamento cirúrgico.

O objetivo do tratamento cirúrgico é a descompressão dos elementos neurais comprimidos. Pacientes cujo sintoma principal seja claudicação neurogênica sem lombalgia significativa podem ser beneficiados com descompressão seletiva isolada (laminectomia parcial ou laminotomia). Descompressão maior (laminectomia total) está indicada nos casos em que o saco dural não pode ser descomprimido suficientemente ou quando há estenose foraminal associada e os forames precisam ser abordados. Entretanto, laminectomia total pode produzir instabilidade no segmento abordado, sendo necessária associação de artrodese ao procedimento.

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Quando consultar um neurocirurgião ? Quem trata dor na coluna ?


O neurocirurgião trata de diversas doenças que acometem o sistema nervoso central e periférico. Os sintomas neurológicos mais comuns são os que seguem:

Cérebro: Neurocirurgia, dor de cabeça, dor de coluna.
dor de cabeça (cefaléia),
dores na coluna (lombalgia, cervicalgia...)
desmaios e crises epilépticas (epilepsia),
formigamentos (parestesias) e outras alterações da sensibilidade,
perda de força (paralisias, plegia ou paresia),
• alterações visuais (perdas visuais, visão dupla, pontos luminosos) e alterações da fala (gagueira, afasia),
• alterações do estado mental (confusão, agitação), perda de memória,
tonturas, alterações do equilíbrio e marcha,
• movimentos involuntários (tremores, tics),
• distúrbios do sono (falta de sono ou sono em excesso),
• déficit de atenção,
• alteração do humor (irritabilidade, depressão),
• ansiedades (medos, fobias, pânico, preocupações excessivas).


A avaliação do neurocirurgião é sempre importante para descartar a possibilidade de tratamento cirúrgico de algumas doenças. Feito isso, o seguimento de algumas doenças pode ser realizado por outros especialistas como o neurologista, reumatologista, endocrinologista, otorrinolaringologista, entre outros.
A neurocirurgia pode ser dividida em grandes áreas, de acordo com as doenças que seguem:

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Saiba como aliviar as dores na coluna com exercícios e alongamento



Estou tento um problema um pouco sério com a coluna, pois trabalho muito tempo sentada à frente do computador. Sem um alinhamento correto de poltrona, cotovelo na linha do teclado e monitor na linha dos olhos. E tudo isso me resultou numa lesão na coluna. O médico não me disse bem que lesão era essa, mas todos os sintomas indicam que é hérnia de disco.



Agora trabalho a base de anti-inflamatórios e analgésicos a espera de uma melhor avaliação do médico para o meu tratamento.

Acredito que esse seja o problema de muitos que trabalham sentados, principalmente no computador. Pensando nisso, vou citar alguns exercícios e alongamentos que você pode fazer mesmo sentado, para evitar estas dores e não ficar igual eu. Claro que nenhum exercício substitui a caminha, a flexão (ajuda a fortalecer as costas, o peito, os braços...) e a corrida, mas evita o D.O.R.T. (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho).



Primeiro passo: Sentar-se corretamente

Procure manter uma postura adequada e, se possível, use uma cadeira confortável. Suas costas devem ficar retas, seus ombros devem ficar para trás e o topo do seu monitor deve estar nivelado com os seus olhos. Procure também apoiar seus pulsos de forma que fique uma linha reta entre seu braço e costas da mão – isto ajuda a evitar a síndrome do túnel carpal. Mantenha suas pernas dobradas nos joelhos de modo que seus joelhos fiquem apenas levemente acima da linha da sua cintura. Os pés devem ficar plantados no chão, de preferência apoiado em algum tipo de apoio específico para os pés.



Segundo passo: Exercícios de alongamento

Pescoço: para alongar o pescoço, flexione a cabeça para frente e para trás, de um lado a outro, e vire a cabeça para esquerda e direita. Isto pode ser feito a qualquer momento para diminuir a tensão. Nunca faça movimentos circulares com sua cabeça; isto pode causar danos às juntas do pescoço.

Ombros: Role seus ombros para frente umas 10 vezes e depois repita para trás. Isto ajuda a liberar a tensãos dos seus ombros.

Pulsos: Role seus pulsos regularmente a cada hora. Faça movimento circular em sentido horário 10 vezes, e em seguida repita em sentido anti-horário. Isto ajuda a evitar o L.E.R. (Lesão por Esforço Repetitivo ou Tendinite) de pulso.

Tórax: Se você tem tendência a se debruçar na frente do teclado, utilize este exercício para tirar a tensão do tórax. Abra seus braços como se fosse abraçar alguém, gire seus pulsos para que os dedões apontem pra cima e depois pra baixo. Agora tente jogar seus ombros para trás até o máximo possível sem que doa demais (vá devagar!). Este exercício move seu corpo na direção contrária da sua debruçada e você deve sentir um alívio no tórax.

Abdômen: Contraia seus músculos abdominais e glúteos, segure por alguns segundos e em seguida solte. Repita isto várias vezes durante o dia.

Panturrilhas: Enquanto estiver sentado, levante e abaixe seus pés na base dos dedos (como se estivesse usando um salto-alto). Repita até ficar confortavelmente cansado. Repita 10 minutos mais tarde e continue fazendo este exercício durante uma hora. Isto vai exercitar a batata da perna e ajuda a prevenir coágulos sanguíneos de se formarem em suas pernas, comum entre usuários de computador de meia-idade.


Terceiro passo: Dê umas voltas

A cada meia hora, procure dar uma levantada e ande um pouco pela sala – nem que seja só até o bebedouro ou o banheiro. Isto vai ajudar na sua circulação sanguínea nas pernas e braços, eliminando aquela tensão que se dá por ficar muito tempo sentado. Se você puder tirar pausas maiores, dê uma volta maior em torno da quadra e use as escadas (em vez do elevador) para descer. Além de fazer suas pernas voltarem à ativa, você também poderá respirar um pouco de ar fresco.

 Além destes exercícios, uma coisa que tem dado bastante resultado pra mim é a compressa de água quente. Ela ajuda a aliviar a tensão quando está mais aguda. Faça isso com uma bolsa d'água de 15 a 20 minutos. Mas uma coisa muito importante na hora de fazer isso: nunca faça de barriga pra baixo nem deitada de barriga pra cima. Sempre com a coluna reta. Senão não irá adiantar.

Algumas posições para alongar




Ajuda bastante.
Espero ter ajudado. E tomem cuidado com a coluna. Ela é importante ;)

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Dormir 10 horas por dia combate mais a dor do que analgésicos


  Os cientistas estudaram 18 voluntários durante quatro noites  Foto: Ana Branco/02-08-2012

Os cientistas estudaram 18 voluntários durante quatro noites Ana Branco/02-08-2012

RIO - Cientistas dizem que 10 horas de sono por noite, ao contrário das recomendadas oito, é mais eficaz na redução de dores do que analgésicos. É que garantem pesquisadores do Hospital Henry Ford, nos Estados Unidos.

Os cientistas estudaram 18 voluntários durante quatro noites e descobriram que as pessoas com mais horas de sono são capazes de manter o dedo sobre um fonte de calor por 25 segundos a mais do que os que dormem segundo o padrão. Os resultados foram ainda mais benéficos em relação a estudo anterior com indivíduos que ingeriram 60mg de codeína, conhecido analgésico

Os resultados, combinados com dados de pesquisas anteriores, sugerem que sensibilidade à dor em pessoas cansadas se deve à sonolência.

— Nossos dados sugerem a importância de um sono adequado para diversas condições de dor crônica ou em preparação para procedimentos cirúrgicos — disse Timothy Rogers, um dos autores do estudo, ao jornal britânico The Daily Telegraph. — Ficamos surpresos com a magnitude da redução de sensibilidade às dores, quando comparadas à redução gerada pela codeína.

Estudos anteriores sugeriram que a falta de sono está ligada à dor crônica em mulheres. Pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Trondheim, na Noruega, por sua vez, concluíram que mesmo os que tinham pequenos problemas com sono já apresentavam o dobro de risco para dores. Para completar, dois terços das pessoas com dor crônica nas costas também sofriam com distúrbios para dormir.

Pesquisadores do Hospital Henry Ford, no entanto, garantem que o estudo mais recente foi o primeiro a sugerir que o sono prolongado em voluntários privados pode diminuir a sensibilidade à dor.


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