Coluna Vertebral x Atividade Física

 


Quando se fala em coluna vertebral e qual é a postura mais adequada a se adotar, logo vem a imagem na cabeça da correção feita pelos avós, pais, ou até mesmo pela professora da escola dizendo: "arruma esse ombro, senta reto e mantenha esse pescoço erguido". Talvez tais sugestões sirvam para posições triviais do dia a dia, e agora quando o assunto se remete a posição correta da coluna durante a prática esportiva, é necessário primeiramente entendermos sobre a formação da mesma e seus aceitáveis desvios, e o posicionamento correto que devemos adotar, especialmente quando se utiliza exercícios com pesos livres, ou seja, sem o uso de máquinas, que direcionam e guiam a correta execução a ser realizada, e também os cuidados com as sobrecargas excessivas sobre essa estrutura, que pode ser lesionada se a capacidade de tolerar a carga estiver maior do que sua competência para tal quilagem.

Essa estrutura é composta por 33 vértebras, divididas em cinco regiões, sendo estas: cervical, torácica, lombar, sacral e coccígena. Além dessas estruturas ósseas, temos os discos intervertebrais que separam cada vértebra da coluna, permitindo a mobilidade de todo o tronco. A coluna vertebral atua como uma haste elástica que proporciona suporte rígido e ao mesmo tempo flexível, possuindo curvaturas como lordoses e cifose, que detém grande importância durante o exercício físico.

O posicionamento mais resistente da coluna é quando estamos em posição ereta, caracterizado pela manutenção das curvaturas normais, onde contrações musculares adequadas, permitem uma menor sobrecarga e compressão nas estruturas conhecidas como amortecedores (discos intervertebrais). A coluna se torna mais maleável quando estimulada a manter suas curvaturas, e mais rígida quando não se tem essas curvaturas modificando assim suas características funcionais.

Após o entendimento sobre a formação e o correto funcionamento de toda essa gigante estrutura, podemos dizer que a correta postura a ser adotada durante a prática esportiva é caracterizada pela postura neutra e ereta, joelhos sempre semiflexionados e com aproximação das cargas próximo ao corpo, devendo ser executado o movimento com os músculos e não com a coluna. Algumas dicas valiosas devem ser levadas em consideração como buscar exercícios confortáveis, pois estes são os mais seguros e eficientes, e jamais comprometer a boa postura devido a intensidade excessiva, estabilize sempre o tronco durante o esforço.

A região toracica e suas caracteristicas

 

A região torácica, assim como a lombar são fontes freqüentes de dor.

Na coluna vertebral as principais fontes de dor são: articulações facetárias, periósseo, osso, músculos paravertebrais, ligamentos, disco intervertebral, ligamento longitudinal posterior e nervos – raízes nervosas dorsais.

Como diversas doenças podem comprometer a coluna, tais como neoplasias inflamatórias, metabólicas ou traumáticas, diversos são os mecanismos que podem gerar dor.

O clínico deve identificar a fonte anatômica e a causa fisiológica de dor, se possível, e excluir a possibilidade de outras causas sistêmicas ou processos malignos que podem colocar em risco a vida do paciente.

A classificação, quanto as possíveis causas dos quadros dolorosos dorsais, envolve seis grandes subgrupos sob o ponto de vista ortopédico: traumáticos, degenerativos esqueléticos, metabólicos, tumorais, estruturais e infecciosos.

Grupos etiológicos

Traumático: músculo-esquelético

A dorsalgia traumática é o principal fator etiológico. Nesta categoria incluímos os quadros de distensões músculo ligamentares, contusões e fraturas.

A história de trauma, esforço físico exagerado e atividade laborativa em posições anormais são freqüentes e auxiliam no momento da avaliação.

A evolução do quadro se estende por um período curto, de 5 a 7 dias, e há alívio significativo com o repouso, medicação sintomática e antiinflamatórios. As fraturas costais costumam promover dor por um período de 3 a 4 semanas.

Na ausência de melhora clínica ou dor muito intensa torna-se necessária investigação complementar com estudos por imagem: tomografia ou ressonância magnética. As dores músculo-esqueléticas dorsais acarretam perda de atividades laborativas e ônus econômico à sociedade.

No momento da avaliação inicial é importante termos em mente que o sintoma dor não é específico do aparelho músculo-esquelético-articular e que apenas expressa irritação localizada. A mesma topografia de dor pode ser enganosa ao identificar o ponto de origem do problema patológico, devido a presença de uma dor referida.

Degenerativo

A espondilose é um processo que afeta todos os níveis da coluna vertebral. Caracteriza-se por alterações degenerativas progressivas dos discos intervertebrais, corpos vertebrais, facetas articulares e estruturas cápsulo-ligamentares.

Os leigos conhecem esta situação como “desgaste da coluna e/ou bicos de papagaio”.


Metabólico

A principal causa metabólica de comprometimento da coluna vertebral é a osteoporose, nesta patologia há uma diminuição da massa óssea e um aumento da suscetibilidade à fratura.

A osteoporose pode ser responsável por fraturas típicas da coluna vertebral dorsal ou micro fraturas determinando dorsalgia e cifose torácica progressiva com risco adicional para novas fraturas e dor.

O tratamento das fraturas é feito com coletes e, o da doença osteoporótica, com a eliminação dos fatores de risco, cálcio, vitamina D, calcitonina e bifosfonados

Tumores

Os tumores benignos e malignos podem ser causa de dorsalgia. Os tumores ósseos primários, em nível da coluna vertebral, são raros em contraste com os metastáticos que são muito comuns.

A dor neoplásica é freqüentemente referida na topografia da coluna vertebral, piora a noite, despertando o paciente. A dor não tem características mecânicas. Não há correlação com atividades e não alivia com o repouso.

Diagnóstico

A disseminação metastática mais freqüente para a coluna é provocada pelo mieloma múltiplo seguido pelas lesões do pulmão, próstata, mama, tireóide, rim e trato gastrintestinal.

A cintilografia óssea permite a localização precoce dos tumores, bem como sua eventual disseminação esquelética.

O estudo com ressonância nuclear magnética (RNM) e o estudo tomográfico computadorizado permite a localização e definição da arquitetura óssea vertebral.

A punção biópsia com agulha permite o diagnóstico definitivo estabelecendo a origem primária ou metastática da lesão.


Estrutural

As anormalidades estruturais da coluna dorsal causam, com freqüência, dorsalgia mecânica.

Neste subgrupo etiológico os principais fatores são a doença de Scheuermann e o tipo pós-traumático.
A doença de Scheuermann ou dorso curvo juvenil se caracteriza por exagero da cifose torácica, provocada por acunhamentos vertebrais e alterações dos discos intervertebrais em adolescentes.

Predominante no sexo masculino, a dorsalgia é queixa comum na evolução da doença. O tratamento envolve programa de exercícios posturais, orteses e cirurgia (fusão espinhal) na dependência da rigidez, da magnitude da deformidade cifótica e sintomatologia.

O tipo pós-traumático refere-se aos casos de seqüelas de fraturas. A dor está relacionada com instabilidade e deformidade com repercussão biomecânica.


Infeccioso

As infecções em nível da coluna vertebral dorsal podem comprometer o tecido ósseo, discal ou nervos (Herpes Zoster) e são causa comum de dorsalgia tanto em crianças como em adultos.


Osteomielite Vertebral Piogênica

A apresentação clínica da osteomielite é muito variável pois depende da virulência do agente etiológico e da resposta imunológica do hospedeiro.

Tuberculose vertebral

A infecção granulomatosa vertebral mais comum tem como agente causador o bacilo da tuberculose (mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch) que é responsável pela tuberculose espinhal ou doença de Pott.
Informações adicionais no capítulo “infecções vertebrais”

O que pode ser a dor nas costas?

http://www.melhoramiga.com.br/wp-content/uploads/2010/03/dor-nas-costas.jpg

A maioria das pessoas que têm problemas nas costas sente dores de vários tipos. É bastante comum em adultos, mas muitas vezes as dores já começam na adolescência. Quase todas as pessoas já sentiu ou vai sentir dores nas costas uma vez na vida. A maioria das pessoas já ficou ou vai ficar com problemas de movimento por causa das dores. Felizmente, a maioria das dores nas costas melhora espontaneamente.

Cerca de 70% das pessoas curam-se em até duas semanas; 20% melhoram em dois meses. Só alguns poucos indivíduos ficam com problemas crônicos nas costas. E menor ainda é o índice de quem tem alguma doença perigosa, tumor ou câncer na coluna. Normalmente, a dor não é perigosa. Mas, é claro, é sempre melhor verificar com um médico especializado.

O problema de dor nas costas é uma das causas mais comuns de ausência no trabalho e aposentadoria precoce. Os gastos da sociedade com essas dores são enormes. Às vezes, com boas dicas caseiras e tratamentos leves, podemos diminuir muito estes gastos e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

As causas mais comuns de dores nas costas são:

Cansaço nas costas

Significa que a pessoa sente fraqueza e cansaço na musculatura, com poucos ou nenhum problema detectável nos exames. A fraqueza pode piorar, sem ferimentos, acidentes ou pancadas. Normalmente, a causa é a falta de treino ou recursos de condicionamento físico, o que faz com que o músculo não renove o oxigênio suficientemente bem, levando aos processos químicos (errados) dentro da musculatura. O mais famoso é o acido láctico. Por causa destes processos químicos, o corpo responde com dores, que são um aviso à pessoa para diminuir o ritmo ou mudar de atividade.

Causa:

Trabalhos ou posições monótonas.
Situação de trabalho, não gostar do que está fazendo, falta de motivação.
Inatividade e falta de condicionamento físico, que levam à musculatura fraca e postura ruim. A musculatura fraca tem que trabalhar acima da sua capacidade e, por isso, produz acido láctico e outros resíduos.
Falta de ergonomia no lugar de trabalho ou falta de conhecimento ergonômico.

Sintomas:

Dores nas costas constantes, sem irradiação.
Cansaço quando tem que levantar algo pesado ou em posturas estáticas forçadas.
Inflexibilidade de manhã quando acorda.
Dores mais fortes depois de uma caminhada ou trabalho mais pesado.

O melhor jeito de se livrar de cansaço nas costas é evitar trabalhos monótonos e posturas forçadas. Caminhadas leves diárias e outras atividades físicas também ajudam, começando sempre mais leve e aumentando a atividade, sem deixar doer ou piorar a dor. Alongamento, aulas de yoga, pilates ou fisioterapia podem fazer muito bem. Massagem costuma aliviar ou tirar as dores, limpando as musculaturas das toxinas e fornecendo novo oxigênio e nutrientes. Também é importante melhorar a ergonomia no trabalho ou nas atividades que está fazendo.

Lombalgia Aguda

Na maioria das vezes, acontece porque a pessoa não levou a sério as dores anteriores que teve na coluna. É mais ou menos assim: a musculatura nas costas está cansada e dolorida por causa de sobrecarga, mas a pessoa não respeita as dores e continua. Até que chega um momento em que a coluna não agüenta mais e trava. Fica "entrevado". É uma defesa da coluna vertebral para a pessoa pare de fazer força.

Lombalgia não é um diagnóstico, mas um sintoma que aparece como dores fortes na região lombar. Quando a dor surge, inicia-se uma cãibra muscular na região e a pessoa não conseguem ficar em pé. Após um tempo, começa melhorar. Às vezes a dor desce para as nádegas, outras vezes até a coxa. Normalmente, esta dor, acaba sozinha depois de quatro ou cinco dias com descanso ativo. Caso contrário, é preciso procurar um médico. A Lombalgia é dividida em: forma aguda, subaguda e crônica. A aguda é repentina e com muita dor, que impossibilita o movimento temporariamente. A subaguda é mais sorrateira, aumenta lentamente e a dor e menor. A crônica dá dores constantes com duração de até dois meses.

Causa:

Rompimentos completos ou parciais de músculo ou tendão.
Efeitos de mudanças degenerativas nos discos ou articulações das costas.
Estruturas presas nas articulações das costas.
A articulação sacro-ilíaca está presa.
Trigger points ativos (pontos de gatilho).
Músculos prováveis de ter cãibra: Eretor da espinha, Quadrado do lombo, Iliopsoas e os Oblíquos do abdôme.
Hérnia de disco.

Sintomas:

Na maioria das vezes, um espasmo muscular forte com fortes dores mesmo quando se movimento pouco.
Dores constantes por causa da isquemia no músculo que está com cãibra.
Postura torta, a cãibra impossibilita a pessoa de ficar reta. Impossível fazer as tarefas do dia a dia.

Para tratar a lombalgia a pessoa precisa descansar no início. O melhor jeito é a posição de psoas, que quer dizer, deitar de costas, com as pernas apoiadas, de forma que o quadril e as pernas formem um ângulo de 90 graus. Deitar no chão com as pernas numa cadeira funciona muito bem. Descanso ativo é importante para estimular a circulação na musculatura. Você pode mexer as pernas levemente para frente e para trás e para os lados, o que vai dar um movimento pequeno na coluna. É importante que a pessoa não fique deitada vários dias na cama, porque assim a tendência é piorar os sintomas. Alongamentos leves podem ajudar a aliviar as dores. Quando as dores são muito fortes, a pessoa pode tomar relaxantes musculares, mas é importante consultar o médico primeiro. A massagem pode ser feita, mas é melhor esperar pelo menos dois dias ou depois que o médico autorizar o tratamento. Inclusive, é difícil acomodar a pessoa na maca para uma massagem no primeiro dia de lumbago agudo. Muitos pacientes ficam com muito medo quando acontece a crise, o que piora ainda mais os sintomas. Acalmar a pessoa e acomodar numa posição onde não sente tanta dor já é um ótimo tratamento.

Lombalgia Crônica

Em cerca de 10% dos casos os problemas são mais difíceis de tratar. Nos casos em que o problema não melhora, é preciso buscar causas com ajuda médica especializada. Pode ser um tumor ou inflamação forte. É difícil diagnosticar dores nas costas e as causas do problema são, na maioria das vezes, vagas e difíceis de descrever. A dor é uma experiência psicológica impossível de medir. Uma pessoa pode ser mais sensível a dores do que outra, dependendo de como o cérebro interpreta o que está acontecendo no corpo. Na maioria das vezes, o terapeuta faz uma avaliação dos comportamentos e do histórico do cliente.

Outros fatores importantes são diferenças culturais e sociais, problemas psíquicos, etc. É claro que, muitas vezes na medicina, com testes avançados, é possível verificar um problema visível como hérnia de disco ou desvio na coluna. Mas na maioria das vezes as dores existem mesmo que nada conste nos exames. Profilaxia, fisioterapia e acompanhamento médico são importantes para a pessoa com lumbago crônico poder voltar às atividades normais e cuidar de si mesma no dia a dia. Quanto mais tempo a pessoa fica na inatividade, mais difícil será curar as dores e fazer a pessoa voltar às atividades. Para tratar o lumbago crônico é importante lembrar-se da ergonomia das tarefas executadas, e talvez seja necessário investir em novo e melhor equipamento. Fazer exercícios para fortalecer a musculatura nas costas também é importante, mas de preferência com o acompanhamento de um especialista para ter certeza de que a atividade faz bem, treino errado pode piorar os problemas. Os aspectos psicológicos de motivação e inspiração também devem ser levados em conta, é fácil a pessoa desistir. A massagem pode ser muito boa para desfazer cãibras e aumentar a circulação sanguínea na área afetada.

Lombalgia "Isquiática"

O nervo Isquiático, conhecido como nervo ciático, irradia dores para as nádegas ou para as pernas.

Causa:

Hérnia de disco que não foi tratada ou primeiros sintomas de uma hérnia em formação.
Mudanças degenerativas na coluna vertebral, como osteófitos (bico de papagaio) ou estenose (estreitamentos anormais).
Tumores, sangramentos, inflamações.
Musculatura glútea inflexível e curta, com trigger points (pontos de gatilho) ativos.
Desvios no quadril.

Sintomas:

Dores na lombar com irradiações para as nádegas, coxas, pernas ou pé. As irradiações podem ser numa perna ou nas duas.

Problemas com o nervo ciático devem ser diagnosticados por um médico para o paciente ter certeza de que não é nada grave. A massagem nas nádegas e, principalmente, no músculo piriforme pode aliviar as dores dependendo da causa delas. Se a origem da dor é uma hérnia de disco, não adianta tratar com massagem. Mas se a musculatura estiver pinçando o nervo, aí a massagem pode aliviar as dores.

Publicado em 05/04/11 e revisado em 21/12/17

Como o Pilates pode ajudar na dor da Coluna Vertebral?

 

Uma pesquisa recente realizada por Advil com o apoio do Ibope Conecta mostra que, quando o assunto são as dores nas costas e musculares, manter uma boa postura corporal no dia a dia é a principal atitude para impedir que os incômodos apareçam. Além disso, para evitar as dores musculares, praticar atividade física regularmente é uma atitude importante para 37% dos participantes.

Confira alguns causadores da dor nas costas, e veja como o pilates pode contribuir:

Má postura

Além de fortalecer os músculos importantes para sustentar a coluna e resolver a dor nas costas, o pilates também gera a conscientização sobre a importância da boa postura e qual é a correta. Com o tempo o praticante começa a perceber sua má postura em pé ou sentado e se corrige automaticamente, já com a coluna fortalecida pelos exercícios.

Tensão cervical

Outra causa de dor nas costas é a tensão cervical (no pescoço) e nos ombros, muito comum na vida moderna pelo uso excessivo do computador e pela tensão emocional. E os exercícios do pilates podem contribuir com o relaxamento desses músculos.

Falta de alongamento

A falta de alongamento também pode ser uma causa da dor nas costas. O nosso corpo não foi feito para ficar parado ou na mesma posição, como acontece hoje em dia. O Pilates promove o alongamento global, a medida em que também fortalece o corpo.

Patologias

Por fim, existem  patologias da coluna que causam dor nas costas e podem ser tratadas com o Pilates como Escoliose, Cifose, Lordose, Cervicalgia e Espondilolistese. Outras patologias sem alterações comprovadas na coluna, como Fibromialgia ou doenças  de causa emocional como depressão e ansiedade, mas que geram dores nas costas, também são tratadas com o Pilates diminuindo as dores.

Material de Estudo sobre Pilates

Saiba mais sobre a Cifoplastia

As fraturas decorrentes da osteoporose comprimem os ossos frontais da coluna vertebral, resultando num aumento anormal da curvatura da espinha torácica provocando a cifose,  popularmente chamada de "corcunda".  A dor é intensa e uma das formas de acabar com o problema é a cifoplastia, procedimento minimamente invasivo que proporciona alívio quase imediato. A técnica permite a correção da deformidade.

A cifoplastia é normalmente realizada com anestesia local. O médico faz uma pequena incisão nas costas do paciente e com a ajuda de imagens de raio-x em tempo real - um processo chamado fluoroscopia - leva um tubo fino até a vértebra fraturada. Através desse tubo, o médico faz uma perfuração na parte externa e dura do osso, até atingir o centro, que é mais macio. Assim, o médico constrói uma passagem estreita, pela qual insere, no interior da vértebra, um pequeno balão especial que é inflado. Ao se encher, o balão alavanca as porções do osso, que caíram ao quebrar, colocando-as de volta às suas posições originais. O objetivo é fazer a vértebra retornar à sua forma natural. O balão é, então, esvaziado e retirado, deixando em seu lugar uma cavidade, que o médico preenche com cimento ósseo de secagem rápida.  O procedimento dura de 30 a 40 minutos. Depois disso, o paciente permanece deitado por cerca de duas horas. Após esse período, o paciente se levanta e caminha pelo próprio quarto. Depois de passar a noite no hospital, ele pode voltar às suas atividades normais.

O quadro é animador, especialmente para pacientes que desenvolveram uma deformidade cifótica significativa. A cifoplastia oferece, no mínimo, a oportunidade de reverter algumas das deformidades associadas a essas fraturas.

Prevenção da Artrose na Coluna Vertebral


O envelhecimento natural somado a outros fatores, como a execução incorreta de determinadas atividades físicas ou esforços repetitivos realizados no dia a dia podem ser a causa do surgimento de dores intensas nas costas, acompanhadas de rigidez e dificuldades de movimentação, por exemplo. Estes sintomas podem indicar, frequentemente, a presença da chamada artrose da coluna.

A artrose é um processo no qual há uma degeneração da cartilagem. Nas fases inicias da artrose a cartilagem torna-se mais áspera, aumentando o atrito durante a movimentação da articulação. A artrose grave surge quando a cartilagem é completamente destruída, fazendo com que o atrito entre os dois ossos cause desgaste dos mesmos.

Uma das principais formas de tratamento é a prevenção da artrose, e para isso existem alguns cuidados que devem ser seguidos que incluem: 

  • Evitar o excesso de peso;
  • Manter uma boa postura corporal;
  • Evitar o levantamento de pesos, especialmente na região do ombro; 
  • Evitar a realização de exercícios repetitivos;
  • Evitar a realização de trabalhos forçados. 

A artrose é uma doença degenerativa crônica não existindo por isso um bom prognóstico da doença, servindo os tratamentos para aliviar a dor e a inflamação, retardar o progresso da doença, melhorar a movimentação e a qualidade de vida.

Curso Online de Quiropraxia Aplicada à Coluna Vertebral



Descrição do curso:

Aos profissionais da área que possuem interesse em se atualizar e aprender novos métodos, este é o curso ideal. As aulas irão ensinar as técnicas de terapia manual, exercícios e orientação postural, tratando de problemas no sistema neuro-músculo-esquelético.


Conteúdo Programático:

  • História da Quiropraxia;
  • O Fundador;
  • O Surgimento da Quiropraxia;
  • Desenvolvimento da Quiropraxia;
  • Nomenclaturas;
  • Quiropraxia no Brasil e no Mundo;
  • Fundamentos da Quiropraxia;
  • Princípios da Quiropraxia;
  • Fixações;
  • Complexo de Subluxação;
  • Mobilidade Articular;
  • Mobilidade Osteocinemática;
  • Mobilidade Atrocinemática;
  • Hipermobilidade x Hipomobilidade;
  • Coluna Vertebral;
  • Estrutura;
  • Função;
  • Disco Intervertebral;
  • Sistema Nervoso;
  • Divisão Quanto à Função;
  • Compreendendo a Dor;
  • Dor Mecânica x Dor Química;
  • Classificação da Dor;
  • Dermátomos;
  • Avaliação Global;
  • Protocolo Global de Quiropraxia;
  • Testes Globais e Específicos;
  • A Pelve;
  • Aspectos Anatômicos;
  • Ajustes para Ilíacos;
  • Ilíaco Anterior;
  • Ilíaco Posterior;
  • Teste para Ilíacos;
  • Tratamento Quiropráxico;
  • Ajustes para Sacro;
  • Avaliação;
  • Testes para Sacro;
  • Tratamento Quiropráxico;
  • Ajustes para Coluna Lombar;
  • Aspectos Anatômicos;
  • Aspectos Biomecânicos;
  • Hérnia de Disco;
  • Escoliose.


  • Não perca a chance de fazer um curso espetacular, com ótimo conteúdo. 

    Clique na imagem abaixo e tenha todas as informações!

    http://3.bp.blogspot.com/--bh4hD7vuuw/WVY7EkgsDuI/AAAAAAAAUOM/ZrE5-avG0xYykRcbMBOEDFJey9NZ4XRLQCK4BGAYYCw/s1600/inscreva-se-no-curso.jpg

    Informações sobre o Curso:

    Produtor: Portal Educação

    Material: Tratando a sua Coluna



    Este conteúdo foi escrito e editado com embasamento científico, com o objetivo de oferecer informação e conhecimento de qualidade.

    Venho esclarecer suas dúvidas, e contar um pouco da verdade sobre o que realmente é fisioterapia, pois no momento em que você souber o que realmente está acontecendo com a sua coluna, entenderá a necessidade de tirar alguns minutos do seu dia para realizar um tratamento simples, mas que pode acabar de vez com a sua dor.

    E lembre-se Fisioterapia não é "choquinho" ou ultra-som terapêutico. Nossos conhecimentos vão além disso.

    Espero te ajudar a entender o seu problema, e te explicar basicamente no que consiste o tratamento que utilizo, e tenho resultados por experiência clínica, abordando uma fisioterapia de alto padrão.



    Clique na imagem para saber o valor do investimento e formas de aquisição.

    Visualizar

    Informações sobre o Produto:

    Criado por Lucas Tadeu Espindula de Araujo